Translate

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Bancários entregam à Fenaban pauta de reivindicações da Campanha Nacional 2012

SÃO PAULO - O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro...

SÃO PAULO - O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), entregou nesta quarta-feira (1º), ao presidente da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Murilo Portugal, a pauta de reivindicações da Campanha Nacional 2012, em São Paulo. O encontro contou com a participação do novo presidente da CUT Nacional, o bancário Vagner Freitas.

Entre os pontos principais da pauta destacam-se o reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5% mais a reposição da inflação projetada de 4,97% para o período), piso de R$ 2.416,38 (salário mínimo calculado pelo Dieese), participação nos lucros ou resultados (PLR) de três salários mais parcela fixa adicional de R$ 4.961,25, além de vale-refeição, cesta-alimentação e auxílio-creche no valor de R$ 622 cada. As duas primeiras rodadas de negociação já estão marcadas para os dias 7 e 8, 15 e 16.

"Neste momento em que completamos 20 anos da Convenção Coletiva de Trabalho, estamos esperançosos de fazer um bom acordo. O sistema financeiro nacional está mais sólido que nunca. Apesar de terem aumentado drasticamente as provisões para devedores duvidosos, destoando da inadimplência real, os três grandes bancos que divulgaram balanços até agora (Bradesco, Itaú e Santander) alcançaram R$ 16 bilhões de lucro somente no primeiro semestre, o que demonstra que eles podem atender às nossas reivindicações", afirmou o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, Carlos Cordeiro, ao entregar a pauta ao presidente da Fenaban.

Cordeiro ressaltou que, além da remuneração, os bancários têm como preocupações centrais da atual campanha nacional a defesa dos empregos, a preservação da saúde e a melhoria das condições de trabalho, combatendo as metas abusivas, o assédio moral e a falta de segurança nas agências e postos de atendimento.

A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira, destacou a importância de as negociações deste ano avançarem em relação ao combate ao assédio moral. "A inclusão da cláusula sobre o tema na Convenção Coletiva foi um avanço. Mas precisamos tomar outras medidas que vão além daquelas medidas, porque o assédio moral continua insuportável", afirmou Juvandia.

O presidente da CUT Nacional ressaltou a importância da Convenção Coletiva dos Bancários, a única categoria de trabalhadores no Brasil que possui um acordo nacional com os mesmos direitos em todo o país. "Uma das principais tarefas que terei à frente da CUT será estender essa experiência vitoriosa dos bancários a outras categorias", disse Vagner, ex-presidente da Contraf-CUT.

"Espero que os bancários sejam vitoriosos nesse processo negocial e conquistem mais aumento real de salário. Isso influenciará outras categorias e aumentará o poder de compra dos trabalhadores, o que significa estabilidade e mais desenvolvimento e ajuda o Brasil. É com essa expectativa que a CUT acompanhará atentamente essas negociações, porque ela interessa a todo o Brasil", disse Vagner.

O presidente da Fenaban, Murilo Portugal, declarou que a Convenção Coletiva é uma conquista não só dos bancários, mas também dos bancos. Ele reconheceu que "a situação dos bancos é positiva", citou o estudo do FMI atestando a solidez do sistema financeiro nacional e manifestou a esperança de que "as negociações deste ano sejam rápidas e exitosas para os dois lados".




Questionando com Todos (14) 2012.

Um direito de todos nos trabalhadores nacionais desta grande nação é fazer uma boa e justa reivindicação salarial onde os nossos empregadores devem ter no mínimo a boa coletividade e generosidade de fazer de seus lucros a participação dos seus colaboradores, e quem sabe em um futuro próximo os seus clientes que penam nestas filas árduas e muitas vezes desrespeitosas com diversos clientes que no final de cada mês satisfaz os grandes bancos em suas debitas taxas bancarias que ocorrem diariamente em suas contas salários, poupanças ou investimentos que penam nos clientes, mas que neste momento tão objetivo em dar participação aos seus colaboradores não possam gozar de um simples alivio de não ser surpreendido por taxas malditas e abusivas que contribuem para esta linda e justa reivindicação que os nossos sindicalistas honrosos não são capazes de fazer valer o mesmo no restante do país.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Total de visualizações de página