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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Crédito imobiliário cresce 17,5% em janeiro


No acumulado dos últimos 12 meses, o volume financiado foi recorde: R$ 83,8 bilhões, crescimento de 3,5% no comparativo com período anterior
Elaine Patricia Cruz, da http://exame1.abrilm.com.br/assets/sources/8/content_agencia-brasil.png?1305660092
São Paulo – O crédito imobiliário cresceu 17,5% em janeiro em comparação ao mesmo mês do ano passado, segundo balanço divulgado hoje (27) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Os financiamentos para a compra ou construção de imóveis somaram R$ 6,68 bilhões em janeiro, alta de R$ 5,68 bilhões em relação a igual período de 2012.
No acumulado dos últimos 12 meses, o volume financiado foi recorde: R$ 83,8 bilhões, crescimento de 3,5% no comparativo com período anterior.
Em janeiro, 35,5 mil imóveis foram financiados, o que representou aumento de 5,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Entre fevereiro de 2012 e janeiro deste ano, foram registradas 455 mil unidades financiadas, redução de 7,8% em comparação ao apurado nos 12 meses anteriores, ante 493,3 mil unidades.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Atividade da indústria teve fraco desempenho em janeiro


Sondagem da construção mostra resultados abaixo do esperado pelo nono mês consecutivo
A atividade da indústria da construção repetiu os baixos resultados observados desde a metade de 2012, registrando 45,6 pontos no início do ano. Os dados são da Sondagem da Indústria da Construção, divulgada nesta sexta-feira (22), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa foi realizada de 1º a 18 de fevereiro com 440 empresas, das quais 154 de pequeno porte, 192 médias e 94 grandes.
O resultado se manteve abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica atividade desaquecida. O nível de atividade em relação aos últimos dois meses também se posicionou abaixo da linha dos 50 pontos, marcando 45,6 pontos e 46,3 pontos, em dezembro e novembro, respectivamente.
O setor de serviços especializados se manteve estável no período, quando marcou 42,9 pontos, mesmo resultado obtido em dezembro. O setor de obras de infraestrutura, por sua vez, apresentou ligeira queda, passando de 46,7 pontos em dezembro para 45,2 pontos em janeiro. Enquanto isso, o setor de construção de edifícios foi de 45,7 pontos para 48,2 pontos e, mesmo com o aumento, seguiu desaquecido.
O indicador de atividade em relação ao usual continua abaixo do esperado para o período, registrando queda pelo nono mês consecutivo, com 46,5 pontos.
Apesar dos resultados, os empresários continuam otimistas para o próximo semestre. Entretanto, todos os indicadores que medem expectativas ficaram abaixo do registrando no mesmo período do ano passado.
O indicador de expectativa em relação ao nível de atividade repetiu o resultado de dezembro (59,3 pontos) e diminuiu 2,9 pontos em relação a fevereiro de 2012, quando registrou 62,2 pontos. O de novos empreendimentos e serviços também caiu de 62,2 pontos para 59,3 pontos, enquanto o de compras e insumos de matérias-primas foi de 62,1 pontos para 57,6 pontos, e o de número de empregados, de 60,8 pontos para 56,5 pontos.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

VALORIZAÇÃO DE IMÓVEIS DEVE CONTINUAR ATÉ 2017


São Paulo – Comprar um imóvel na cidade de São Paulo ficou, em média, 92% mais caro desde o início de 2008. Isso quer dizer que aqueles que compraram um apartamento por R$ 100 mil há três anos, hoje conseguem vendê-lo por algo em torno de R$ 190 mil. Só nos últimos 12 meses, a valorização chega a quase 30%, tanto em São Paulo quanto nas outras capitais do País, de acordo com o índice Fipe Zap.
Apesar da forte alta verificada nos últimos anos, os preços devem continuar em ascensão por mais algum tempo, na avaliação do diretor executivo da Consul Patrimonial, Marcus Vinicius de Oliveira. Segundo ele, até 2017, a valorização deve ser impulsionada pela possibilidade de crescimento da economia e pelos investimentos que o País receberá.
Entretanto, a partir desta data, o Brasil não terá mais a expectativa de grandes investimentos produtivos - tanto internos quanto externos. “A margem psicológica de crescimento em função do pré-sal, da Copa do Mundo e da Olimpíada já terá passado”, afirma Oliveira.
Além disso, ele aponta que o déficit habitacional terá sido reduzido significativamente daqui a seis anos. “A classe baixa e classe média em ascensão já terão adquirido muitos imóveis”, diz. “A oferta, neste momento, já poderá estar um pouco acima da demanda por imóveis” continua.
De acordo com Oliveira, historicamente, locais que sediam Olimpíada tendem a viver após dois anos uma pequena crise no setor - com mais oferta e menos demanda. “A China neste momento já vive uma desvalorização imobiliária e o Brasil avança para atingir um pico antes da queda dos preços”, acredita. “Mas isso não significa que o mercado imobiliário não continuará se desenvolvendo. A valorização por metro quadrado é que terminará e o valor se estabilizará por um novo período. Novos ciclos ocorrerão em seguida”, continua.
Depende das regiões
Para o coordenador do MBA em Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil e professor do FGV Management, Pedro Seixas Corrêa, já é possível notar uma certa estabilização nos preços dos imóveis, que avançaram de forma rápida nos últimos anos. Mas isso também depende do tipo de imóvel e da região onde ele se encontra.
“Em alguns mercados, por conta do desequilíbrio entre a oferta e a demanda, os preços ainda podem valorizar por mais um tempo, pode ser que até 2017 mesmo”, aponta o professor. Ele cita como exemplo a cidade do Rio de Janeiro, que sediará os Jogos Olímpicos de 2016, além de jogos da Copa do Mundo de 2014, e que possui boas perspectivas de investimentos e crescimento por conta do pré-sal.
Entretanto, em outros locais, já é possível notar uma manutenção dos preços ou até mesmo sinais de arrefecimento. “Há regiões que ainda apresentarão alta, mas já há uma certa estabilização geral”, diz Correia.
Segundo ele, os imóveis comerciais é que devem apresentar uma melhor alternativa de investimento. “Isso porque ainda existe uma demanda não atendida por estes imóveis que deve continuar nos próximos anos”, diz.
Alternativas de investimentos em imóveis
O diretor executivo da Consul Patrimonial ressalta que, para aqueles que querem
investir em imóveis, existem alternativas além da compra direta do bem. Um exemplo são os fundos de investimentos imobiliários.
“Esta é a melhor opção para quem quer aproveitar o 'boom' do mercado e não quer ter o trabalho de procurar um imóvel, negociá-lo, acertar as questões contratuais e ainda ter problemas com inquilinos”, afirma. “Basicamente, um fundo deste tipo é a divisão do empreendimento em cotas e cada pessoa pode comprar uma ou mais”, explica.
Além disso, ele ressalta a segurança deste tipo de investimento. “Pela norma da CVM (Comissão de Valores Imobiliários), somente uma instituição financeira pode fazer esta administração, o que reduz consideravelmente qualquer risco de golpe ou calote”, diz o especialista.
Entre as principais vantagens deste tipo de fundo, está a ausência de tributação para os rendimentos obtidos com o aluguel do imóvel e a possibilidade de diversificação do portfólio imobiliário com poucos recursos. A compra e venda das cotas é feita por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações.

IPTU é calculado com base no valor do imóvel


O IPTU é o imposto municipal que incide sobre os imóveis localizados nas áreas urbanas do município, estando esse imóvel edificado (casa, apartamento, loja) ou não (terreno).
O contribuinte do imposto, pessoa obrigada a pagar o tributo, é o proprietário do imóvel ou o seu possuidor ou quem detém a posse do mesmo. É importante saber que o inquilino não é, perante a Prefeitura, o responsável pelo pagamento do IPTU.
O IPTU é calculado com base no valor do imóvel atribuído pela Prefeitura. Esse valor é conhecido como "valor venal do imóvel", é calculado de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Municipal 4.476/1997 e leva em consideração fatores como localização do imóvel (Planta Genérica de Valores),, Valor do m2 do imóvel, idade, situação do lote etc.
No carnê de IPTU emitido pela Prefeitura e entregue todos os anos, estão contidas todas as informações que foram utilizadas no cálculo do imposto.
Alíquotas
As alíquotas do IPTU são diferenciadas em função da forma de utilização do imóvel (residencial, não residencial e não edificado) e progressivas em razão do valor venal do imóvel.
Imóvel Edificado
Ocupação residencial
Valor venal de R$ 30.000,01 a R$ 60.000,00 – alíquota 0,16%
Valor venal acima de R$ de 60.000,01 – alíquota 0,20%
Ocupação não residencial
Valor venal de R$ 30.000,01 a R$ 120.000,00 – alíquota 0,20%
Valor venal de R$ 120.000,01 a R$ 180.000,00 – alíquota 0,30%
Valor venal de R$ 180.000,01 a R$ 240.000,00 – alíquota 0,32%
Valor venal de R$ 240.000,01 a R$ 300.000,00 – alíquota 0,34%
Valor venal acima de R$ 300.000,01 – 0,40%
Imóvel não Edificado (terrenos)
Valor venal de R$ 7.000,01 a R$ 240.000,00 – alíquota 2,00%
Valor venal de R$ 240.000,01 a R$ 500.000,00 – alíquota 2,50%
Valor venal acima de R$ 500.000,01 – alíquota 3,00%


Imóvel em Construção

Alíquota especial válida para exercício seguinte para aqueles que iniciarem a construção devidamente licenciada pelo órgão competente. A paralisação da construção no prazo superior a 90 dias determinará o retorno da alíquota aplicada ao imóvel, ou seja, sem uso - alíquota 0,60%.

Área excedente

Terrenos com área não inferior a 300,00m² e com edificação superior a cinco vezes a área da construção - alíquota 0,60%

Não edificantes

Áreas declaradas não edificantes no projeto de parcelamento ou por restrição imposta pela Prefeitura Municipal - alíquota 0,25%

Cota altimétrica

Áreas localizadas acima de 50 metros - alíquota 0,25%

Imóveis valorizam 13,7% em 2012; veja onde a alta foi maior.


Alta nos preços dos imóveis anunciados superou a inflação em todas as cidades, exceto no Distrito Federal
São Paulo – O preço do metro quadrado dos imóveis anunciados no país teve valorização média de 13,7% em 2012, bem acima dos principais índices de inflação brasileiros. A maior alta ocorreu em Recife, onde o metro quadrado teve alta de 17,8%, seguida de São Paulo (+15,8%) e Rio de Janeiro (+15,0%). Apenas no Distrito Federal a alta no preço dos imóveis anunciados ficou abaixo da inflação. No mês de dezembro, a variação média voltou a acelerar: os imóveis anunciados tiveram alta de 1,0%. As informações são do Índice FipeZap.
Apesar da alta expressiva, 2012 foi um ano pior para os imóveis comparado a 2011. No ano anterior, o preço do metro quadrado dos imóveis anunciados havia aumentado, em média, 26,3% no Brasil, praticamente o dobro.
A valorização dos imóveis na capital paulista em dezembro foi de apenas 0,8%, a menor variação mensal desde o início da série histórica, em janeiro de 2008. A valorização média acumulada nesse período foi de 159%. Já no Rio, a alta mensal foi de 1,0%, com uma valorização de 194% acumulados desde janeiro de 2008.
Veja na tabela a seguir onde os imóveis anunciados mais aumentaram de valor, onde tiveram a maior variação e a comparação com os índices de inflação no ano:
Região
Variação em 2012
Dezembro
Novembro
Preço médio do metro quadrado (R$)
Recife
17,80%
0,40%
0,40%
5.536
São Paulo
15,80%
0,80%
1,20%
7.017
Rio de Janeiro
15,00%
1,00%
0,90%
8.616
Composto Nacional
13,70%
1,00%
0,90%
7.049
Fortaleza
11,10%
0,60%
-1,00%
4.814
Salvador
10,00%
2,10%
1,20%
3.935
Belo Horizonte
9,40%
1,10%
1,00%
4.953
IGP-M
7,81%
0,68%
-0,03%
-
IPCA
5,73%*
0,69%*
0,60%
-
Distrito Federal
4,00%
1,50%
-0,20%
8.163
(*) Estimativa
Fontes: Banco Central e Índice FipeZap

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Galpões logísticos impulsionam setor imobiliário industrial


Preço médio de aluguel no segmento aumentou 3,1 por cento em relação a 2011
São Paulo - Em sentido oposto ao setor imobiliário residencial, que vem desacelerando para ajustar o nível de lançamentos, o segmento de galpões logísticos avançou no ano passado, com estoque entregue quatro vezes maior em relação a 2011 e baixo nível de vacância, segundo levantamento da Cushman & Wakefield, obtido pela Reuters nesta sexta-feira.
O desempenho do segmento imobiliário industrial também contrariou o resultado da produção industrial do país, que em 2012 caiu 2,7 por cento, a primeira queda desde 2009, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) .
"A desaceleração na produção industrial não afetou o segmento imobiliário industrial, que permaneceu aquecido e em amplo crescimento ao longo de 2012, principalmente para empreendimentos do tipo condomínios industriais, que apresentou intensa atividade construtiva", afirmou a consultoria imobiliária, no estudo.
Em todo o ano passado, o estoque entregue nesse segmento somou 1,448 milhão de metros quadrados, quatro vezes superior ao de 2011, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pernambuco, pesquisados pela Cushman. Já a taxa de vacância geral nessas regiões diminuiu pelo terceiro ano consecutivo, para 4,4 por cento, contra 5,3 por cento no ano anterior.
Ainda segundo a Cushman, a média geral do preço de aluguel aumentou 3,1 por cento sobre 2011, encerrando o ano em 16,2 reais por metro quadrado ao mês. Se considerados apenas condomínios de galpões, o preço médio de locação ficou em 19,1 reais por metro quadrado construído.
O investimento em logística tem se tornado uma das principais preocupações de muitos setores da economia, notadamente no caso das empresas ligadas ao consumo.
Ao longo do último ano, diversas varejistas e companhias de comércio eletrônico aceleraram os investimentos em logística, a fim de evitar problemas de armazenamento e distribuição de produtos, garantindo acesso mais fácil aos principais pólos de consumo do país em um momento em que prefeituras de grandes cidades restringem a circulação de caminhões.
No segmento imobiliário, a MRV Engenharia, por exemplo, retomou em meados de 2010 as operações da MRV Log, projeto criado em 2008 para construção de condomínios de galpões para fins logísticos e que foi interrompido durante a crise financeira mundial.
RJ TEM METRO QUADRADO MAIS CARO
Dentre as regiões pesquisadas, o Rio de Janeiro apresentou o metro quadrado mais valorizado em 2012, em 25,9 reais, 11 por cento maior sobre o ano anterior.
Naquele Estado, a Baixada Fluminense contabilizou o maior volume de novos condomínios no ano passado, representando 47 por cento do total entregue nas regiões pesquisadas (162 mil metros quadrados).
Em São Paulo, a região oeste da área metropolitana da capital paulista, onde a cidade de Cajamar é um dos destaques, seguiu respondendo pelo maior estoque do Estado. Além disso, a região mostrou uma mais baixas vacâncias, de 1,12 por cento, enquanto o preço médio de locação foi de 22,7 reais por metro quadrado, podendo chegar a 27 reais. No Estado como um todo, o preço médio de locação ficou em 18 reais, segundo a Cushman.
Em ritmo mais lento que nos demais Estados, os novos condomínios de galpões entregues no Paraná em 2012 somaram apenas 43 mil metros quadrados, com vacância de 4,6 por cento.
Já em Pernambuco foram entregues 162 mil metros quadrados, sendo a maior parte --80 por cento do total-- em Cabo de Santo Agostinho. A vacância no Estado foi de 5,9 por cento, alta anual de apenas 0,8 ponto percentual, "comprovando a forte demanda e rápida ocupação dos empreendimentos novos", afirmou a Cushman.

Uma Tragédia Anunciada....

Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/tragedia-incendio-boate-santa-maria-entenda/platb/ - 02-02-2013


Questionando com Todos 02/2013

Quantas pessoas mais devem passar por estas boates ma gerenciadas, onde rola até drogas e muitos com consentimentos de donos gananciosos maléficos e autoridades sem uma qualificação administrativa de gerenciamento, mas sim de incompetência política mesquinha, mas o que deve ocorrer e uma fiscalização por pessoas qualificadas de preferência com bom nível de escolaridades, pois também temos os funcionalismos publico ignorante na ativa e outra ter câmeras nestas casas de show em geral, ligadas as centrais dos bombeiros e policia quem sabe podemos assim por dizer evitar uma nova tragédia desta magnitude e acabar com as drogas que rola a todo vapor e atire a primeira pedra qual autoridade promíscua deste país tem conhecimento destes fatos e muito mais e não fazem nada, mas subir salário todos sabem quando e onde fazer acontecer.
Devem ocorrer estas mesmas fiscalizações principalmente em edifícios onde não há si quer treinamento para funcionários e pessoas integradas ao bem estar dos demais e procurar a interação de pessoas que assumiram cargo de sindico ser ativos e jamais passivos.

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