Translate

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Minha Casa, Minha Vida sustenta alta dos investimentos em 2012.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A alta de 28,9% dos investimentos federais em 2012 decorreu dos subsídios para os financiamentos habitacionais e não das obras públicas. Dos R$ 21,1 bilhões investidos pelo governo federal neste ano, mais de R$ 7 bilhões correspondem aos gastos com o Minha Casa, Minha Vida. Sem o montante, esse tipo de despesa teria registrado queda.

Excluindo o programa habitacional, os investimentos federais registraram queda de 3,5% de janeiro a abril deste ano na comparação com o mesmo período de 2011. Sem o Minha Casa, Minha Vida, o governo desembolsou R$ 14 bilhões diretamente em obras públicas nos quatro primeiros meses do ano, ante R$ 14,5 bilhões no primeiro quadrimestre do ano passado.

Até o ano passado, o Tesouro Nacional não considerava as despesas do Minha Casa, Minha Vida como investimento público. O programa habitacional, no entanto, sempre esteve incorporado aos gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Desde janeiro, no entanto, o órgão mudou o critério de contabilidade e passou a registrar os subsídios para os financiamentos habitacionais como investimento.

Neste ano, os gastos com o Minha Casa, Minha Vida mais do que triplicaram, totalizando R$ 7,1 bilhões entre janeiro e abril. No mesmo período do ano passado, o governo havia desembolsado R$ 1,9 bilhão.

Edição: Rivadavia Severo

IGP-M deve variar menos até julho, diz Salomão Quadros.

Por Wladimir D'Andrade

São Paulo - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) mensal bateu no teto em maio e deve apresentar variações menores nos meses seguintes. De acordo com o coordenador de Análises Econômicas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, apesar de a alta do dólar pressionar a inflação, os preços das commodities estão em queda por causa da baixa demanda provocada pela crise internacional e isso deve desacelerar o IGP-M.

No acumulado em 12 meses, o índice tende a avançar em junho e julho. O crescimento deve-se à base de comparação mais fraca, já que, nos mesmos meses de 2011, o índice apresentou deflação. "A piora no cenário internacional pressiona pela derrubada dos preços das commodities, o que deve equilibrar o efeito do câmbio nas próximas medições", disse Quadros nesta quarta-feira em São Paulo. "A tendência dos próximos dois meses é de alta no IGP-M anualizado, com desaceleração na comparação mensal", disse Salomão, lembrando que para junho e julho o fechamento na série do acumulado de 12 meses vai tirar do cálculo do IGP-M as deflações registradas nesses dois meses de 2011, que foram de -0,18%, em junho, e -0,12%, em julho.

Sobre o dólar, Quadros disse que a moeda americana teve uma influência de quase 50% no aumento do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) de maio, que apresentou alta de 1,17%, após subir 0,97% em abril. De acordo com o economista, esse efeito do câmbio será atenuado nos próximos meses com o movimento de queda nos preços das commodities.

Na medição de maio, no entanto, o indicador ainda não captou essa compensação. O complexo soja (grão, óleo e farelo) teve as maiores influências para a aceleração do IGP-M de maio. Mas, para Quadros, esse aumento é explicado mais pela quebra de safras da commodity neste ano do que pelo câmbio. "Este ano houve um choque de oferta de soja muito forte, que vem afetando o índice ainda", disse.

Quadros explicou que, a despeito de o preço do barril de petróleo no mercado internacional estar em queda, o repasse de preço demora para chegar ao IGP-M. "Apesar de o petróleo estar caindo, o produto derivado não tem acompanhado esse movimento de maneira rápida", afirmou. "Neste mês ainda temos aumento de preços nos produtos derivados de petróleo", concluiu.

O economista deu o exemplo de produtos químicos orgânicos (indústria química e petroquímica), cujos preços subiram 4,34% em maio ante alta de 2,37% em abril. Para ele, esse é um setor que vai contribuir para a desaceleração do IGP-M nos próximos meses. "As próximas edições vão captar os efeitos da queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional", disse.

Após queda da Selic, poupança renderá menos.

O rendimento dos depósitos feitos a partir do último dia 4 de maio, quando a mudança na caderneta foi anunciada, renderão 5,95% ao ano

Os depósitos em poupança feitos a partir de amanhã terão uma nova fórmula de remuneração. Com o corte na taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual, para 8,5% ao ano, os poupadores que depositaram no fundo depois do último dia 4 de maio vão passar a receber 5,95% ao ano de remuneração, segundo o diretor da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças) Miguel José Ribeiro de Oliveira.

Pela regra antiga, a remuneração anual é 6,17%. Para Oliveira, apesar da redução dos ganhos com a poupança, a alteração na regra de remuneração era necessária e traz benefícios. “A mudança beneficia todos, que poderão fazer operações de crédito com taxas mais baixas e, agora, é possível que os juros continuem caindo”, disse.

Dilma: nova poupança protege pequeno poupador

Poupança: especialista aconselha ter calma

A Selic serve de referência para outras taxas de juros. Quando a taxa básica cai, a tendência é a de redução dos juros cobrados nos empréstimos feitos pelas instituições financeiras.

A nova regra de remuneração da poupança foi anunciada no início do mês pelo governo. O objetivo é evitar a migração de investidores dos fundos de renda fixa para a poupança, com uma Selic menor. Esses fundos são formados por títulos públicos utilizados pelo governo na rolagem da dívida.

Com a queda da Selic, um fundo de investimento, a depender da taxa de administração cobrada pela instituição financeira, podia pagar menos do que a caderneta. Com isso, para que o BC tivesse mais espaço para cortar a Selic, sem reduzir a demanda por títulos públicos, foi necessário fazer mudanças na remuneração da poupança.

A alteração no cálculo do rendimento foi instituída pela Medida Provisória 567, válida desde o dia 4, e estabeleceu que, sempre que a Selic estiver menor ou igual a 8,5% ao ano, a forma de remuneração muda. Nesse caso, os depósitos serão corrigidos por um percentual correspondente a 70% da taxa Selic mais a TR (Taxa Referencial), calculada todos os dias pelo BC. Atualmente, a regra é a TR mais 0,5% ao mês.

Após o anúncio das mudanças, os bancos passaram a emitir novos extratos com os saldos das cadernetas de poupança, para permitir aos clientes diferenciar os depósitos enquadrados nas novas regras e os antigos.

Vale lembrar que as contas abertas e os depósitos feitos nos dias 29, 30 e 31 têm como data de aniversário o dia 1º do mês seguinte. Portanto, depósitos efetuados amanhã, por exemplo, terão a remuneração creditada na conta no dia 1º de julho. A caderneta de poupança não tem taxa de administração e é isenta de Imposto de Renda.

De acordo com dados do BC, mesmo após o anúncio das novas regras, a poupança continuou atrativa. Em maio, até o dia 23, os depósitos em caderneta de poupança superaram as retiradas em R$ 3,729 bilhões. Até agora, o maior registro de captação líquida (mais depósitos que saques) para meses de maio foi em 2010, quando ficou em R$ 2,12 bilhões. Em abril deste ano, o resultado positivo foi R$ 1,977 bilhão.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Corretor de imóveis. Uma atividade cada vez mais profissional

O Sistema Cofeci-Creci, entidade federativa responsável pela fiscalização profissional da corretagem de imóveis, publicou em 2011 o seu terceiro levantamento, mostrando o perfil da categoria e confirmando que a área atingiu um alto nível de profissionalização.
O estudo contou com a participação de 13% da categoria, o que significa aproximadamente 22.000 profissionais, considerando que há mais de 163.000 corretores espalhados por todo o País. É um grande universo de trabalhadores, que teve um salto qualitativo e quantitativo. E que apresenta algumas particularidades, como: hoje, eles estão mais preparados, mais jovens, mais escolarizados e menos desiguais.
A idade média desses trabalhadores é de 39 anos, dois a menos do que o resultado confirmado entre 2000 a 2009, segundo o Cofeci. Aliás, a diminuição da faixa etária vem acontecendo sistematicamente nos últimos anos. Veja os percentuais relativos à idade no momento da inscrição no Sistema Cofeci-Creci:
Entre 18 e 29 anos …………………..9%

Entre 30 e 39 anos…………………..19%

Entre 40 e 49 anos ………………….26%

Entre 50 e 59 anos…………………..27%

60 ou mais anos …………………….19%


Os homens ainda dominam a corretagem de imóveis. No entanto, desde o ano de 2005 a presença feminina vem aumentando sistematicamente. Antes, representava 21% de todos os profissionais; hoje, já está quase atingindo a marca dos 35%. No que diz respeito à escolaridade, o levantamento do ano passado mostra que 48% dos profissionais do setor têm curso superior completo; e que 14,9% fizeram pós-graduação. No Estado de São Paulo, a qualificação atinge um patamar ainda mais elevado, sendo que 82% dos profissionais declararam possuir ensino superior ou pós-graduação.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

Fonte: http://maringa.odiario.com/blogs/marcotadeu/2012/05/29/corretor-de-imoveis-uma-atividade-cada-vez-mais-profissional/ - 30/05/2012

Medida Provisória pode facilitar portabilidade do crédito imobiliário

Proposta está no relatório de Henrique Fontana sobre a MP 567, que estabeleceu mudanças nas regras de remuneração da poupança.

O deputado Henrique Fontana (PT-RS), relator da Medida Provisória da caderneta de poupança, quer regulamentar a portabilidade do crédito imobiliário. A proposta está presente no relatório de Fontana sobre a Medida Provisória que estabeleceu mudanças nas regras de remuneração da poupança, apresentado hoje na Comissão Mista que analisa a matéria.


Segundo o deputado, não foi alterada a regra criada pela presidente Dilma Rousseff para a remuneração da poupança quando a taxa básica de juros, a Selic, ficar em 8,5% por ano ou menos. "A mudança na poupança foi extremamente bem recebida pela população, que aumentou os depósitos de R$ 431 bilhões para R$ 438 bilhões depois do anúncio da medida", disse.

O parlamentar afirmou que negociou com o ministério da Fazenda duas emendas ao texto. A primeira estabelece que os cartórios não vão precisar fazer um novo registro do imóvel se o mutuário decidir mudar de um banco para outro, em busca de taxas de juros mais baixas. Nesse caso, segundo Fontana, o custo para o devedor será menor do que é hoje.

A segunda alteração prevê que o Conselho Monetário Nacional (CMN) discipline uma forma de os próprios bancos transferirem entre si o cadastro e as informações do cliente e da dívida imobiliária. Assim, ao mudar de banco, o mutuário poderá simplesmente acertar a operação com o novo gerente e o banco que está "comprando" a dívida dele cuidará dos detalhes burocráticos.

"Vamos facilitar, porque a portabilidade existe mas, de fato, está sendo pouco usada", declarou Fontana. Segundo o deputado gaúcho, "como a Fazenda também queria facilitar a portabilidade, decidimos encaminhar essa mudança na medida provisória".

O relatório de Fontana deve ser votado no dia 12 de junho na Comissão Mista que analisa a MP. Se aprovado, o texto segue para votação em plenário.

domingo, 27 de maio de 2012

Aluguel no litoral paulista fica até 214,29% mais caro no feriado de Corpus Christi

Por: Fabiana Pimentel

SÃO PAULO – Quem quer aproveitar o feriado de Corpus Christi para alugar um imóvel no litoral paulista deve ficar atento, porque, dependendo do tipo, os preços estão mais caros do que os registrados no mesmo período de 2011.

Segundo levantamento divulgado pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta sexta-feira (25), 11 dos 27 tipos de imóveis pesquisados registraram altas nos preços em relação ao Corpus Christi do ano passado.

A pesquisa mostra que o aumento na diária chegou a 214,29%, que é o caso dos apartamentos de quatro dormitórios no Litoral Sul. Esse tipo de imóvel era alugado por R$ 350 no feriado de Corpus Christi de 2011 e agora custa R$ 1.100.

A segunda maior alta da temporada foi registrada nos apartamentos de quatro dormitórios do Litoral Central, com aumento de 110,53%, passando de R$ 475 para R$ 1 mil.

Preços em destaque
Mas nem todos os imóveis ficaram com aluguel mais caro neste feriado de Corpus Christi. Os valores das casas com quatro dormitórios no litoral Central tiveram redução de 59,02%, passando de R$ 1.200 no ano passado, para R$ 500 neste ano.

Os apartamentos de um dormitório no Litoral Norte tiveram a segunda maior queda na aluguel para o feriado de Corpus Christi, de R$ 32,41%. No ano passado, o imóvel era alugado por R$ 207,14, enquanto neste ano, o valor da locação é de R$ 140.

“Alugar o mais rapidamente possível, esse é o segredo para conseguir descontos e os melhores imóveis”, aconselha o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, afirmando que “quem deixa para a última hora acaba pagando mais e nem sempre consegue achar o que deseja”.

Emergentes impulsionam lares com um só morador

Luís Guilherme Barrucho

Fábio Savino optou por morar só após temporada na França
Com 12 milhões de pessoas que passam a morar sozinhas a cada ano no mundo, o número de lares com um único morador (também chamados de unipessoais) já é o maior da história e tem crescido a um ritmo acelerado, impulsionado, principalmente, por países emergentes como o Brasil.

Segundo dados da consultoria americana Euromonitor, mais de 270 milhões de pessoas ao redor do globo, ou quase 4% da população mundial, moravam sozinhas em 2011, um crescimento de 27,6% na comparação com 2006 e de 77% em relação a 1996.

O produtor de cinema carioca Fábio Savino, de 26 anos, é um deles. Após passar uma temporada na França, voltou ao Brasil decidido a sair da casa dos pais. Hoje, mora em um quarto e sala na Lapa, na região central do Rio de Janeiro.

"Buscava minha independência e, hoje, tenho maior autonomia, inclusive para minha atividade profissional, que requer muita concentração e flexibilidade. É complicado ficar avisando aos pais a hora que vou sair a todo momento", contou à BBC Brasil.

Tal fenômeno demográfico - já observado em economias consideradas mais avançadas, como Suécia e Noruega, que lideram o ranking - tem sido verificado, agora, nas nações emergentes, mas a um ritmo muito mais rápido.

Atualmente, os países em desenvolvimento respondem por quase a metade do lares unipessoais, ou 130,7 milhões de pessoas, contra 107,5 milhões em 2006, um aumento de 21,6%.

Os mesmos dados revelam que mais de 10% dos lares brasileiros já são habitados por um único ocupante, contra 25% na Rússia e 7% na China.

Em 1996, segundo a Euromonitor, essa taxa era de 8% no Brasil, 20% na Rússia e 6% na China.

Segundo Eric Klinenberg, professor de sociologia da Universidade de Nova York (NYU), nos Estados Unidos, que analisou por quase uma década o impacto do crescimento dos domicílios unipessoais nos Estados Unidos e no mundo, vários fatores explicam o fenômeno, entre os quais, o aumento da expectativa de vida, o crescimento no número de divórcios e a emancipação precoce dos jovens.

"Entretanto, nada disso seria possível sem a independência financeira. Por isso, não surpreende que países com altas taxas de crescimento econômico, como o Brasil e a China, sejam aqueles onde a população vivendo sozinha têm aumentado a um ritmo superior aos demais", afirmou Klinenberg à BBC Brasil.

Mas o sociólogo, que cunhou um termo para identificar quem mora sozinho ("singletons"), ressalva que nem sempre a riqueza de uma economia é sinônimo de mais pessoas vivendo só.

"Países árabes, como a Arábia Saudita, por exemplo, não apresentam taxas semelhantes por razões culturais", disse.

Impulso econômico

De maneira geral, entretanto, a prosperidade econômica explica o fenômeno. Prova disso foi que, com a crise nos Estados Unidos, caiu o número de pessoas morando sozinhas - jovens, em sua maioria, que, sem dinheiro, optaram por voltar para a casa dos pais, afirmou o sociólogo.

Ainda assim, o número de pessoas entre 18 e 34 anos vivendo só no país cresceu de 500 mil, em 1950, para 5 milhões, em 2010, um aumento de 900%.

De acordo com Klinenberg, 28% dos lares americanos são ocupados por apenas uma pessoa. No total, somam cerca de 30 milhões de pessoas, contra apenas 4 milhões (ou 10% dos domicílios) em 1950.

Solidão

Segundo o professor de sociologia Eric Klinenberg,
 pessoas que moram sozinhas são mais sociáveis.
A motivação principal para o aumento no número de pessoas morando sozinhas em todo o mundo, segundo Klinenberg, não está ligada ao "individualismo" ou a um mero instinto "narcisista".

Para ele, até mesmo em sociedades onde a família tem maior representatividade, como na Itália e no Japão, a tendência já é verificada há muito tempo - e não necessariamente pelo crescimento do número de idosos, que, por sua vez, também preferem cada vez mais viver só.

"Com maior independência financeira, as pessoas também querem maior liberdade de ir e vir. Estudos mostram que quem vive sozinho está longe de ser solitário; pelo contrário, possui até mais amigos de quem está casado ou mora em um coletivo", afirmou Klinenberg.

Uma pesquisa conduzida pela professora de sociologia Erin Cornwell, da Universidade de Cornell, entre 2000 e 2008, descobriu que pessoas com mais de 35 anos morando sozinhas seriam mais suscetíveis a ir a um evento social noturno com vizinhos e amigos do que aquelas casadas ou que viviam com seus parceiros.

"Embora viver só possa ser penoso, principalmente, para pessoas mais velhas, os benefícios são claros. Em minhas entrevistas, há, inclusive, idosos que optaram por continuar a viver sozinhos depois de ficarem viúvos para evitar conflitos familiares ou, até mesmo, aproveitar a liberdade da aposentadoria", concluiu.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Edital do Enem 2012 é divulgado; Confira aqui o cronograma do INPE.

Tópicos: Enem, Inep, inscrições 2012
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou na edição desta sexta-feira (25) do “Diário Oficial da União” o edital com as regras do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012. O exame será realizado nos dias 3 e 4 de novembro.

Segundo o Inep, órgão que é vinculado ao MEC e responsável pela realização do exame, a expectativa é que 6 milhões de pessoas se inscrevam para fazer o Enem 2012.

Veja abaixo as principais regras sobre a próxima edição do exame:

CRONOGRAMA DO ENEM 2012
Início das inscrições 28/05 (10h)
Término das inscrições 15/06 (23h59)
Pagamento das inscrições Até 20/06
Taxa de inscrição R$ 35
Data das provas 03/11 (13h – 17h30):
– ciências humanas
– ciências da natureza
04/11 (13h – 18h30):
– linguagens
– matemática
– redação
Divulgação do gabarito 07/11
Resultado individual 28/12
Fonte: Inep

Inscrição – As inscrições para o Enem serão abertas às 10h desta segunda-feira (28) e poderão ser feitas até as 23h59 do dia 15 de junho no site do Enem. O valor da taxa de inscrição será de R$ 35. Ela poderá ser paga via boleto até 20 de junho. No ato de inscrição é emitida uma guia para ser paga em uma agência bancária até o dia 20 de junho.

A isenção do pagamento da taxa pode ser feita por meio do sistema de inscrição e é conferida ao aluno que vai concluir o ensino médio em 2012 em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar ou a estudantes que se declaram membros de família de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Para isso, deverá apresentar documentos que comprovem sua condição. Os documentos serão analisados pelo Inep, que poderá negar a isenção.

No ato de inscrição, o candidato deve fornecer o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) e o seu número do documento de identidade (RG). Estudantes com necessidades especiais deverão informar no ato da inscrição sua situação. O Inep oferece provas diferenciadas, intérpretes e salas de aula e mobiliários acessíveis. Estudantes que estão internados e recebem aulas dentro do hospital poderão realizar a prova no próprio hospital, desde que indiquem a necessidade na inscrição.

Quem for usar o Enem para obter a certificação de conclusão do ensino médio deverá indicar uma das instituições certificadoras que estará autorizada a receber seus dados cadastrais e resultados. Para receber a certificação, é necessário tirar nota mínima de 450 nas quatro provas e 500 na redação. (G1)

Fonte: http://www.jornaldamidia.com.br/2012/05/25/edital-do-enem-2012-e-divulgado-confira-aqui-o-cronograma-do-inep/ - 25/05/2012


Inscrições para o Enem 2012 começam nesta segunda-feira; veja o que muda na prova.

O MEC (Ministério da Educação) anunciou oficialmente nesta quinta-feira (24) as mudanças e as datas de inscrição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012

O MEC (Ministério da Educação) anunciou oficialmente nesta quinta-feira (24) as mudanças e as datas de inscrição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012. A prova acontece nos dias 3 e 4 de novembro e as inscrições, no site do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), começam na próxima segunda-feira (28), a partir das 10h. Os candidatos terão até as 23h59 do dia 15 de junho para se inscrever. A taxa é de R$ 35. Alunos de escolas públicas são isentos.

Estudantes terão acesso à redação corrigida, mas não poderão recorrer da nota
Para dar conta da nova correção da redação do Enem, MEC vai contratar 1.200 avaliadores
As mudanças nesta edição dizem respeito, principalmente, à correção da redação: a nota mínima que autoriza uma nova avaliação do texto foi reduzida e se criou a figura da banca de avaliadores. Além disso, será possível ver a redação corrigida, porém, sem possibilidade de recurso por parte do estudante. O ministério também anunciou que vai divulgar, em julho, o "Guia do Participante", com exemplos de redação "de excelência" e explicações sobre a metodologia da correção.

Redação
Na prova deste ano, dois corretores, a princípio, olham a redação do candidato. Se a diferença entre a nota final deles for superior a 200 pontos na nota total ou de 80 pontos em cada uma das competências, um terceiro corretor entra em cena. A nota final será a média aritmética simples das menções “mais próximas”.

Caso a discrepância permaneça, uma banca, formada por três avaliadores, corrige novamente o texto. Ela, então, determina a nota final do candidato.

Na prática, o processo ocorre assim: se o corretor A, por exemplo, deu a um candidato nota 95 para a competência 1 (demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita) e o corretor B deu nota 180, a redação será automaticamente corrigida pelo terceiro avaliador, já que a diferença entre as duas menções será de 85.

São cinco competências e cada uma vale 200 -1.000 é a nota máxima na redação. Se as duas notas finais (a soma das cinco competências) tiveram uma diferença superior a 200 pontos entre os dois avaliadores, o terceiro corretor também atua. Em persistindo a discrepância, o texto vai para a banca.

VEJA O QUE MUDOU NA CORREÇÃO DA REDAÇÃO DO ENEM

Processo de correção Como era (em 2011) Como ficou (em 2012)
Número de correções iniciais Duas Duas
Discrepância na
nota total Igual ou maior que 300 na soma Maior que 200 na soma total
Discrepância na competência Não existia Maior que 80 em qualquer competência
3ª correção Supervisor (instância final) Correção independente
4ª correção em banca Não existia Banca (instância final)
Esta é a segunda mudança na diferença mínima de pontos para uma nova correção da redação. Nas edições de 2009 e 2010, era preciso que os dois corretores dessem notas com no mínimo 500 pontos de discrepância entre uma e outra para que houvesse uma nova avaliação. No ano passado, o limite caiu para 300; agora, são 200 pontos.

De acordo com o MEC, as redações terão que ter um mínimo de sete linhas para poderem ser corrigidas.


Vista de provas
O anúncio de que os estudantes poderão ver uma cópia da redação do Enem atende, na verdade, a um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), assinado com o Ministério Público em agosto de 2011. No acordo, o MEC se comprometia a liberar a correção do texto no exame de 2012. Foi esse, inclusive, um dos argumentos do governo nos recursos contra as decisões judiciais que obrigavam o ministério a dar vista da prova no ano passado.

Fica mais difícil tirar “diploma” do antigo supletivo
A nota de corte para os interessados em conseguir certificação de EJA (Educação de Jovens e Adultos) –a prova de que o estudante conseguiu passar com sucesso pelo antigo supletivo– subiu nesta edição do Enem. Até ano passado, a nota mínima em cada uma das quatro provas era 400 e, na redação, 500. Em 2012, a nota mínima passa para 450 e a da redação se mantém em 500.

Projeto de lei que autoriza união civil homoafetiva é aprovada no Senado

Foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH), o Projeto de Lei do Senado que altera o Código Civil para reconhecer como entidade familiar a união estável entre pessoas do mesmo sexo e sua conversão em casamento.

A mudança adequa o texto do Código Civil à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu à união estável homoafetiva o mesmo regime jurídico aplicável à união estável heteroafetiva. Além de trazer segurança jurídica à decisão do STF, o projeto da senadora Marta possibilitará a conversão da união estável homoafetiva em casamento.


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Saiba como se organizar para o financiamento imobiliário

Fazer reuniões de família e se planejar para gastos extras são algumas das sugestões de especialistas para quem quer realizar o sonho da casa própria. Veja as 5 principais dicas

Thatiane Faria Barroso

Pesquisar taxas e caprichar na escolha do local do
 novo lar são algumas das tarefas do comprador
O mercado imobiliário brasileiro ainda está aquecido, os preços estão altos e os metros quadrados, dependendo da região, caríssimos. Mesmo assim, conquistar a casa própria é um sonho que muitas pessoas não estão dispostas a adiar. Mas antes de fechar um financiamento, é preciso se organizar, dizem especialistas.


Verificar o orçamento familiar, pesquisar muito bem os imóveis, estudar os melhores bancos e as taxas embutidas em um crédito, além de pensar nos possíveis gastos para reforma e decoração são tarefas essenciais para o comprador da casa própria.

Especialistas consultados pelo iG ajudam na organização financeira para o processo do financiamento. Veja abaixo os principais pontos levantados por eles.

1 – Defina onde quer morar

O primeiro passo, na visão de Reinaldo Domingos, educador financeiro do Dsop, é definir onde se quer morar. “Existe uma enorme variedade de imóveis e padrões hoje em dia. É preciso se perguntar: qual é o meu padrão?”, diz.

Os imóveis podem ser divididos entre casas ou apartamentos, tamanho, número de dormitórios, de vagas na garagem, localização, enfim, diversos quesitos que interferem no preço final de cada um.


2 – Faça uma avaliação da renda familiar

E é por isso mesmo que o segundo passo está diretamente ligado ao primeiro. Sabendo qual é o seu foco e o custo, é hora de analisar a renda da família e a capacidade de comprometimento de parte dessa renda com o financiamento, afirma Domingos.

É imprescindível saber o que cabe no bolso de cada um, esclarece o especialista, e , apesar da ansiedade de ter a sua casa própria, considerar se não é melhor economizar um pouco mais e dar uma entrada melhor, ou até comprar à vista em alguns anos. As instituições financeiras podem oferecer melhores condições de empréstimo dependendo do valor pago como entrada do seu imóvel.

Se não quiser esperar, tudo bem. Mas é preciso fazer as contas. César Caselani, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas, explica que não há um número mágico que diga exatamente quanto da sua renda pode ser comprometido com as prestações de um financiamento, “mas o teto é 30%,” diz.

“As pessoas têm aluguel, escola, luz, internet, entre outras contas fixas a pagar. Se o gasto chegar muito próximo à metade da sua renda, provavelmente você vai ter problemas para pagar as outras contas”, alerta.

“Não é à toa que a Caixa [Caixa Econômica Federal] está fazendo mais um feirão com milhares de imóveis. São propriedades que os mutuários não conseguiram terminar de pagar e foram tomadas”, complementa Domingos.

3 – Unir a família é fundamental

É importante envolver toda a família na decisão de comprar um imóvel, lembra Caselani. Deve-se convencer a todos que se não houver uma redução nos gastos, o pagamento do imóvel pode ser prejudicado. “Alguém tem que lembrar que possivelmente não haverá mais aquela viagem que estava sendo planejada, e isso pode gerar um conflito. A conversa é sempre complicada, mas a família precisa falar sobre dinheiro”, observa o professor.

Todos devem estar dispostos a colaborar. Em geral, de 20% a 30% de tudo que gastamos dentro de casa é em excesso, aponta Domingos. Portanto, é possível tentar reduzir os gastos.


4 – Tenha paciência para pesquisar

Desde abril, os bancos estão anunciando quedas nas suas taxas de juros. No entanto, é preciso avaliar tudo isso com calma, avisa Caselani. Isso não necessariamente significa que o custo será menor, pois o que algumas instituições financeiras estão fazendo é aumentar outras tarifas para compensar, completa.

Sempre é preciso pesquisar quais seriam as melhores taxas para o seu perfil. Quando você é cliente de um banco já há algum tempo, a probabilidade de conseguir benefícios no pagamento é maior, explica o professor.

5 – Prepare-se para mais gastos

Comprador deve se preparar para um gasto de até 30% do
 valor do novo imóvel apenas para se instalar
Os gastos relativos à compra de uma casa ou apartamento não se resumem apenas ao imóvel em si, diz Osmar Roncolato, vice-presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). “As pessoas querem condições habitáveis. Deve-se pensar desde o primeiro momento até as despesas que só aparecem depois, como armários, por exemplo”.

Se for um imóvel usado, pode ser que ele precise de reforma, móveis e outros acessórios novos. Se ele for novo, o comprador pode gastar até 30% do valor do imóvel a mais para poder se instalar, calcula o educador financeiro Reinaldo Domingos.


Isto quer dizer que se o imóvel novo custa R$ 200 mil, os gastos com piso, lustres, móveis, pintura, entre outros itens, podem ser de até R$ 60 mil. Este valor também deve ser contabilizado no momento da compra da casa própria, alertam os especialistas.

Outro fator que se deve observar, conclui Domingos, é o custo de vida na região escolhida para morar. “Quais são os valores dos produtos da região? Quanto custa o pão, o mercado, o combustível? Quanto vai custar meu transporte até o trabalho?” Tudo isso pode mudar o orçamento mensal da família.oupança). “As pessoas querem condições habitáveis. Deve-se pensar desde o primeiro momento até as despesas que só aparecem depois, como armários, por exemplo”.

Se for um imóvel usado, pode ser que ele precise de reforma, móveis e outros acessórios novos. Se ele for novo, o comprador pode gastar até 30% do valor do imóvel a mais para poder se instalar, calcula o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Isto quer dizer que se o imóvel novo custa R$ 200 mil, os gastos com piso, lustres, móveis, pintura, entre outros itens, podem ser de até R$ 60 mil. Este valor também deve ser contabilizado no momento da compra da casa própria, alertam os especialistas.

Outro fator que se deve observar, conclui Domingos, é o custo de vida na região escolhida para morar. “Quais são os valores dos produtos da região? Quanto custa o pão, o mercado, o combustível? Quanto vai custar meu transporte até o trabalho?” Tudo isso pode mudar o orçamento mensal da família.

terça-feira, 22 de maio de 2012

IGP-M sobe 1% na segunda prévia de maio, diz FGV.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 1,00% na segunda prévia de maio, após ter registrado alta de 0,71% em igual prévia do mesmo indicador em abril. O resultado, anunciado nesta segunda-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou acima das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam uma elevação entre 0,85% a 0,96%. A mediana projetada era de 0,89%.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M. O IPA-M subiu 1,24% na prévia anunciada nesta segunda-feira, após aumentar 0,77% em igual prévia do mesmo índice em abril. Por sua vez, o IPC-M teve alta de 0,41% na segunda prévia deste mês, em comparação com o aumento de 0,52% na segunda prévia do mês passado. Já o INCC registrou taxa positiva de 0,81% na segunda prévia do indicador deste mês, após registrar elevação de 0,82% na segunda prévia de abril.

O resultado acumulado do IGP-M é usado no cálculo de reajuste nos preços dos aluguéis. Até a segunda prévia de maio, o IGP-M acumula aumentos de 2,49% no ano e de 4,23% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo da segunda prévia do IGP-M deste mês foi do dia 21 de abril a 10 de maio.

Agropecuária

A inflação agropecuária perdeu força no atacado, enquanto a industrial acelerou na segunda prévia do IGP-M de maio. Os preços dos produtos agrícolas no atacado subiram 0,87%, após uma alta de 0,94% na segunda prévia do mesmo índice de abril.

De acordo com a FGV, os preços dos produtos industriais no atacado tiveram aumento de 1,37% na segunda prévia em comparação com a alta de 0,71% na segunda prévia de abril.

No âmbito do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,74% na segunda prévia de maio, após terem aumentado 0,68% na segunda prévia de abril.

Os preços dos bens intermediários subiram 1,60% na prévia divulgada nesta segunda-feira em comparação com a elevação de 0,86% na segunda prévia do IGP-M do mês passado. Os preços das matérias-primas brutas tiveram taxa positiva de 1,33% na segunda prévia de maio, em comparação com a alta de 0,76% na segunda prévia de abril.

Desaceleração econômica dá margem para mais cortes na Selic, apontam analistas.

SÃO PAULO - Embora o governo insista em anunciar que a economia brasileira pode crescer 4,5% este ano, o mercado continua pessimista quanto ao desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) de 2012. Segundo o relatório Focus divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central, analistas revisaram o PIB para baixo novamente, cuja alta foi estimada em 3,09%. Tal cenário, entretanto, dá margem para novas quedas na taxa básica de juros, a Selic.

Analistas da LCA Consultores esperam, no mínimo, mais dois cortes na taxa nas próximas reuniões, em maio e julho. "Medidas de restrição ao crédito podem fazer o 'trabalho sujo' da Selic, evitando ao máximo um aumento no futuro. Dessa forma, acreditamos na estabilidade da taxa para 2012 e 2013", aponta em comunicado.

Esta semana, o mercado manteve projeção da Selic a 8% ao ano em 2012. Para 2013, a estimativa da taxa básica de juros recuou de 9,75% a.a. para 9,50% a.a..

Tendo em vista a provável desaceleração econômica e o cenário de juros em queda, analistas revisaram para baixo as expectativas para a inflação de 2012. A mediana para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) passou de 5,22% para 5,21%. Já para 2013, com alta no PIB esperada em 4,5%, as projeções para a inflação sairam de 5,53% para 5,60%.

Dólar deve seguir em alta
Analistas alertam, contudo, para o futuro do câmbio. "A forte valorização do dólar frente ao real e em relação a outras moedas nas últimas semanas responde diretamente ao aumento da percepção de risco mundo afora, associada à possibilidade da Grécia deixar a Zona do Euro e contagiar outros países da região. Esse cenário deve permanecer até que a situação grega ganhe um encaminhamento", afirma Flavio Combat, da Concórdia Corretora.

sábado, 19 de maio de 2012

Índice do BC: Economia não retomou seu ritmo

Índice dessazonalizado caiu 0,35% no mês de março

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta sexta-feira (18), mostra que a economia brasileira perdeu, no primeiro trimestre do ano, o ritmo de crescimento na comparação com o último trimestre de 2011. O índice cresceu 0,15% na comparação com o período outubro-dezembro de 2011. Menos do que no ciclo anterior: entre o terceiro e o quarto trimestres do ano passado, a taxa de crescimento ficou em quase 0,2%. Os números são dessazonalizados (ajustados para expurgar fatores sazonais, específicos do período).

Em março, o índice dessazonalizado caiu 0,35% em relação a fevereiro. O IBC-Br registrou 139,47 pontos no mês. Na comparação com março de 2011, a redução foi 1,18%. Quando a comparação se dá entre os primeiros três meses de 2011 e de 2012, a queda fica em 0,23%. No acumulado do últimos doze meses terminados em março, porém, quando comparados ao mesmo período de 2010/2011, a atividade econômica ainda apresenta alta, de 1,57%.

O IBC-Br é usado para antecipar a tendência de evolução da atividade econômica brasileira, pois incorpora informações sobre o nível da atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária. O dado é visto como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) oficial.

O índice do primeiro trimestre reforça a percepção dos agentes do mercado de que o país não vai crescer de acordo com a previsão do Ministério do Planejamento, que consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do segundo bimestre, da Secretaria de Orçamento Federal (SOF). O Ministério do Planejamento manteve a previsão de crescimento do PIB em 4,5% para este ano. Mas, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central, que traz as expectativas dos agentes do mercado financeiro, o país não deve crescer mais do que 3,23%.

Agência Brasil

Corretor de imóveis: conheça 5 desculpas que o impedem de vender

Este mês é período de férias e as pessoas viajam, final de mês é complicado, este mês tem carnaval e os clientes estão mais preocupados com a folia, ninguém está comprando, está difícil para todo mundo.

Você, possivelmente, já ouviu ou até mesmo já usou algumas dessas desculpas e tantas outras respostas para explicar as baixas nas vendas, não é verdade E se tem uma ocasião onde os corretores de imóveis abusam da sua criatividade para tentar explicar o fracasso nas vendas é depois da realização dos chamados salões ou feirões de imóveis.

Estes grandes eventos para venda de imóveis são terrenos férteis para observarmos as principais diferenças entre os profissionais da intermediação que dedicam seu tempo para buscar desculpas para a não realização da venda e os corretores que são exemplos de comportamento e de boas vendas.

Ao longo da minha carreira como corretor de imóveis, participei de vários salões de imóveis e aprendi muito com cada um deles. Hoje, utilizo as experiências vividas para nortear a minha atuação como gestor e consultor do mercado imobiliário e para orientar os profissionais do setor sobre o que não fazer e o que seguir no processo de vendas.

Já refletimos aqui no blog sobre algumas atitudes e comportamentos que o corretor de imóveis deve ter para se tornar um bom profissional. No artigo de hoje, refletiremos sobre o contrário: o que não deve ser feito em uma negociação por meio de cinco desculpas que impedem o corretor de imóveis de vender. Vamos aprender juntos.

1. Justificativa

Muitas vezes, o corretor de imóveis perde muito tempo justificando seus erros, tentando achar explicações para compensar as suas falhas. Não podemos ter na justificativa o certificado que nos permite não vender.

As justificativas funcionam como um tapa-olho que impede de enxergar as oportunidades que surgem em nosso caminho, pois o corretor vai estar sempre procurando uma explicação e não vai se preocupar em avaliar onde errou, para assim, buscar aprimorar os seus procedimentos e melhorar os resultados.

2. Sorte

Esta é a desculpa que mostra certo grau de imaturidade e falta de profissionalismo do corretor de imóveis, pois ele tenta identificar em outros colegas de profissão a explicação para o próprio fracasso, e é comum ouvirmos coisas do tipo o corretor tal teve sorte ou esse não foi o meu mês de sorte.

A sorte é uma variável com a qual o corretor não pode contar, pois ela é reflexo de elementos externos. E o corretor, que quer ser um campeão de vendas, deve entender que é ele mesmo quem faz a sua própria sorte.

Mas essa sorte não deve ser entendida como uma possibilidade remota, mas a consequência efetiva de um planejamento que leva em conta a capacitação, a busca por informações, a profissionalização. A sorte, contudo, não deve ser o fim de um planejamento, mas um estímulo para atingir os objetivos.

E isso inclui atitude. Não adianta esperar que a sorte bata na sua porta sem que você faça nenhum esforço. É imprescindível preparar os caminhos para que ela chegue até você; O corretor precisa ser proativo, prospectando clientes, estudando os mercados e construindo relacionamentos.

3. Eu acho

O achismo é a pior estratégia de qualquer profissional. Imagine a seguinte situação: quando uma pessoa está com um problema de saúde, ela procura por um médico. Ao ser atendido, o paciente recebe o seguinte diagnóstico: Eu acho que pode ser uma dor de barriga, mas também pode ser um princípio de úlcera.

Você confiaria nesse médico Seguiria o tratamento indicado por ele Possivelmente não. O mesmo acontece no mercado imobiliário. Se um cliente o procura é porque quer uma resposta para algo que não conhece e busca por um profissional para atender as suas expectativas.

Ao ser atendido por um corretor mestre no achismo, esse cliente terá sua expectativa frustrada, pois não teve sua dúvida sanada e a consequência disso, inevitavelmente, será a não realização da venda, pois o corretor de imóveis não foi capaz de passar segurança e confiança para o cliente que o procurou, depositando nele os sonhos de uma vida.

4. Não tenho tempo

Você tem tempo para ganhar dinheiro Se a sua resposta for não, então sinto dizer que você está na profissão errada. Se tratando da corretagem imobiliária, saber administrar o tempo é imprescindível e desculpa como essa é inaceitável.

O corretor de imóveis precisa organizar seu tempo para conhecer os imóveis, para estudar as tendências do mercado, se capacitar e se relacionar com o cliente. Associo tempo a estímulo. O corretor precisa estar o tempo todo estimulado a dar o seu melhor e a fazer bons negócios.

São esses estímulos que vão impulsioná-lo a conhecer mais sobre o mercado e a atingir os objetivos profissionais. Tempo todos nós temos, desde que entendamos que precisamos melhor administrá-lo.

5. Não gosto

Esta é uma frase muito usada por um corretor que não vende bem. Contudo, essa expressão deveria ser abolida, pois o profissional da intermediação tem a missão de proporcionar a melhor experiência de compra para o cliente e não para ele próprio, pois, obviamente, quem está comprando é o cliente e não o corretor.

O profissional da intermediação imobiliária não deve mostrar apenas aqueles imóveis que ele gosta. Os aspectos que devem ser avaliados são perfil e o gosto do comprador, pois é este que dispõe do capital necessário para a efetivação do negócio.

O corretor, que age impulsionado apenas por seus próprios gostos, perde a oportunidade de construir um relacionamento com o cliente, relacionamento esse que é fator preponderante para a realização do negócio.

O corretor, que é um bom vendedor, entende que sua função é ser uma ponte entre o seu conhecimento de mercado e o desejo do cliente. O desejo mais o conhecimento resultarão no sucesso da venda.

Pense na seguinte lógica: o que o corretor tem que o cliente não tem O conhecimento do mercado. E o contrário: O desejo de comprar o imóvel e o recurso para isso. A soma desses dois fatores são os principais promotores da realização da venda.

A prática nos mostra que o que não falta são supostos corretores de imóveis que ainda não perceberam a importância da profissionalização para crescimento e valorização do mercado imobiliário.

Fugir dessas e de tantas outras desculpas que não foram elencadas aqui é fundamental para o desenvolvimento da carreira de corretor de imóveis. É necessário entender que é a atitude do corretor que o colocará no grupo dos corretores vencedores ou no grupo dos que inventam desculpas. Saber fazer e não fazer é o mesmo que não saber. #fica dica

E você, já passou pela experiência de ter que lidar com alguma dessas desculpas, seja ouvindo essas explicações ou utilizando-as para justificar os maus resultados Como foi essa vivência Que outras desculpas você tem percebido nesse mercado Compartilhe conosco e vamos construir um mercado imobiliário cada vez mais profissional e qualificado.



Fonte: http://www.agencianoticias.com.br/2012/05/18/corretor-de-imoveis-conheca-5-desculpas-que-o-impedem-de-vender/ - 19/05/2012

Total de visualizações de página