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sábado, 31 de dezembro de 2011

Planejar temporada evita transtornos nas férias

Kelly Moraes

As férias escolares e as festas de fim de ano formam um período que já se tornou sinônimo de sossego e descanso. É nestes dias que o aluguel por temporada no litoral é comum e a disputa por casas e apartamentos, principalmente no litoral, torna-se mais acirrada.

Para as pessoas que desejam desfrutar as merecidas férias sem preocupações ou surpresas desagradáveis é necessário entender como funciona a locação temporária de imóveis, direitos, deveres e procedimentos de contratos dessa natureza.

Pesquisar e antecipar reserva garantem
diversão para toda a família
De acordo com o corretor de imóveis, Paulo Henrique Fernandes, que trabalha em Guaratuba (PR), a primeiro passo para quem pretende alugar uma casa ou apartamento é saber onde e quando procurar. "Essa pesquisa deve ser realizada com antecedência para evitar o risco de não encontrar o que se espera ou acabar pagando muito mais caro pela locação", alerta.

O correto, segundo Fernandes, é procurar pelo imóvel antes da alta temporada, ou seja, antes dos últimos três meses do ano. Assim o futuro locador vai poder analisar todas as possibilidades com tranquilidade e paciência.

Na hora de procurar um imóvel, uma forma de começar a pesquisa é procurar nos sites especializados em negócios imobiliários. O usuário de internet vai ter acesso a um bom número de informações como a localização e infraestrutura oferecida. Em alguns desses endereços eletrônicos, pode-se consultar comentários e avalizações de quem já alugou os locais anteriormente.

Depois do local de descanso escolhido, o valor de despesa pré-definida e características como número de quartos, garagem e localização decididas, é momento de se atentar aos detalhes do imóvel. Independente da escolha, é sempre mais seguro visitar o local pessoalmente para conferir se as informações são realmente verdadeiras.

Para evitar transtornos, o corretor recomenda conversar diretamente com responsável ou proprietário do imóvel, esclarecendo dúvidas e solicitando fotos. Em certos casos, é possível saber sobre a situação do imóvel alugado em órgãos como o Cartório de Registro de Imóveis do Estado.
É imprescindível também pesquisar sobre a localização da casa ou apartamento que será alugado, considerando comentários sobre segurança, vias de acesso e infraestrutura da região.

Visualizar mapas e prestar atenção se o imóvel fica próximo a mercados, padarias, shoppings ou até mesmo, praias são cuidados que poderão interferir diretamente no que diz respeito às despesas da estadia, uma vez que a distância pode acarretar gastos com locomoção, por exemplo.

Outra dica essencial, principalmente quando a locação acontece em condomínios, é confirmar se as instalações disponíveis também podem ser utilizadas pelos locatários. Assim, evita-se a surpresa de descobrir que áreas como quadras de esportes e piscinas são destinadas exclusivamente aos proprietários do imóvel.

Vistoria

Depois de escolher a casa ou apartamento para passar as férias, o próximo passo é realizar a vistoria completa do imóvel. Todos os detalhes devem ser considerados, desde a voltagem das tomadas, funcionamento de chuveiros, descargas, presença de varais, trancas, acessórios para limpeza (como vassouras e baldes) e utensílios da cozinha. Durante a vistoria, todos esses equipamentos, incluindo aparelhos eletrônicos e mobília, devem ser anotados para que essas informações sejam anexadas ao contrato de locação.

É importante saber que, caso algo esteja fora do esperado ou em más condições, o locatário tem até 48 horas para registrar uma reclamação. Depois disso, vai ser responsabilizado pelo dano e terá de arcar com o conserto ou substituição do objeto danificado.

Mesmo se o imóvel for alugado por apenas alguns dias, o contrato de aluguel por temporada não pode ser esquecido, pois nesse documento devem constar todas as condições de contrato, incluindo os direitos e deveres do locador e locatário. O número de inquilinos, período de locação, valores, formas de pagamento e até mesmo, a permissão para a presença de animais devem ser descritos, juntamente com observações a respeito de despesas extras, como o estrago de algum aparelho ou a conta de telefone.

Fonte: http://maringa.odiario.com/imoveis/noticia/526543/planejar-temporada-evita-transtornos-nas-ferias/ - 31/12/2011.

Vendas pendentes de imóveis nos EUA sobem 7,3% em novembro

Por Gustavo Nicoletta, da Agência Estada, estadao.com. br,
O índice de vendas pendentes de imóveis nos EUA avançou 7,3% em novembro ante o mês anterior, para 100,1 pontos - maior nível desde abril de 2010 -, segundo dados divulgados hoje pela Associação Nacional de Corretores de Imóveis (NAR, na sigla em inglês). O resultado superou em muito a previsão dos analistas, que esperavam um aumento de 0,5%. Na comparação com novembro do ano passado, a alta foi de 5,9%.

'Parte do aumento parece ser resultado de compradores que voltaram a se comprometer com a aquisição de uma moradia depois de problemas com o contrato inicial, em geral ligados a hipotecas', afirmou o economista-chefe da NAR, Lawrence Yun, num comunicado.

O índice da associação monitora contratos de aquisição de residências. Uma venda é considerada pendente quando o contrato foi assinado mas a transação ainda não foi fechada. Vendas pendentes geralmente são fechadas um ou dois meses após a assinatura do contrato. As informações são da Dow Jones.



terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Tudo para vender seu imóvel mais rápido

Por Leonardo Gorges,de O Estado de S. Paulo, estadao.com.br,
SÃO PAULO - Vender um imóvel é algo que pode levar meses ou anos até que o ato se concretize. No caso de usados, em alguns casos, a forte concorrência e o preço elevado são as justificativas; em outros, no entanto, a falta de atenção do proprietário assume parte da culpa. De acordo com corretores e líderes de entidades do setor imobiliário, manter o imóvel sempre limpo, organizado e bem arejado é fundamental na hora da venda, principalmente se ainda tiver com moradores.

A consultora em biblioteconomia Maria Solimar de Jesus, de 53 anos, tem experiência no assunto. Ela já vendeu pelo menos cinco apartamentos e afirma que cuidado e conservação são essenciais. 'Certa vez, queria vender um apartamento que estava um pouco desorganizado, ainda durante a reforma, e pude ver na feição da pessoa que ela não ficou satisfeita', conta.

Segundo Solimar, deixar a casa ou apartamento bem arrumado é importante para facilitar a venda. 'Tem vezes em que na primeira visita a pessoa já sabe que é aquele lugar onde quer morar.' A opinião é compartilhada pelo presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP), José Augusto Viana Neto: ele garante que a primeira impressão é fundamental.

'Na hora da visita, é preciso evitar qualquer tipo de distração, o interessado só deve prestar atenção ao ambiente. O primeiro contato com o imóvel tem de ser positivo', diz Viana. Ele acrescenta que, do contrário, é muito difícil que o comprador fique com o imóvel, mesmo que volte a visitá-lo.

Ou seja, o momento da visitação é crucial. Por isso, os especialistas afirmam que entulho de móveis, muitas roupas penduradas no varal e o acúmulo de louça na pia são fatores prejudiciais.

'O interessado gosta de ver o imóvel como ele imagina que seria para morar. Adereços muito pessoais ou excesso de mobília atrapalham', diz o diretor de locações da Associação Brasileira de Administradoras de Imóveis (Abadi), Carlos Samuel de Oliveira Freitas.

Outro ponto que não pode ser esquecido, e ajuda na comercialização, é a conservação. Um imóvel com infiltrações ou azulejos muito velhos e sujos afugenta possíveis compradores. As instalações elétricas e hidráulicas também merecem atenção especial. Estar com tudo em ordem é outra dica importante.

'Não pode haver relaxamento. O cuidado para manter uma boa aparência ajuda a revender mais facilmente', conta o presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva.

Manter os documentos em dia também garante segurança de compra. Possíveis diferenças entre a realidade da propriedade e o que está na escritura podem atravancar o negócio. Além disso, outra questão que ocorre com frequência são problemas com o registro de herança. 'As pessoas, no geral, não prestam muita atenção nesses pequenos detalhes', diz Roseli Hernandes, da Imobiliária Lello.

Segundo ela, os vendedores costumam desprezar outro detalhe que ajuda na valorização: o cuidado com o entorno do imóvel. Evitar sujeira nas ruas e calçadas, por exemplo, pode a aumentar o valor de venda. A iniciativa pode ser feita por meio de associação de moradores do bairro.

O conselho vale especialmente para quem mora em áreas mais desvalorizadas. 'Mesmo em áreas um poucos degradadas, há fila de espera para morar nas ruas mais bem cuidadas', afirma Roseli. Para moradores de prédio, vale também outros pequenos detalhes, como deixar o porteiro avisado para evitar desentendimentos.

Dessa maneira, sempre é bom ressaltar os pontos positivos do imóvel. Proximidade de áreas comerciais e do transporte coletivo podem ser o fator decisivo na hora de fechar o negócio. Ser sincero é, claro, importante.

'Não adianta tentar enganar o comprador. O jogo tem de ser limpo sempre', diz Roseli.



Saiba como ter diversão a preço baixo na praia


Litoral Norte tem belas paisagens,
como a Praia da Armação, em Ilhabela
Os preços das acomodações no litoral paulista caíram e há várias atrações gratuitas pelas cidades Stefhanie Piovezan / Agência BOM DIA
Passar as férias no litoral paulista ficou mais barato em algumas situações. Uma pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) com 47 imobiliárias de dez cidades litorâneas mostra que, em alguns casos, houve redução de até 45,56% no preço das diárias.

Segundo a pesquisa, no Litoral Norte, o valor médio da diária de um apartamento de um dormitório caiu de R$ 450 para R$ 245, enquanto para casas de dois dormitórios a queda foi de R$ 476,64 para R$ 460,27.

Esse cenário, porém, não pode ser generalizado. Na mesma região, a diária de um apartamento de dois dormitórios saltou de R$ 350 para R$ 515. Por isso, se a intenção é gastar pouco, a melhor opção é pesquisar a praia com cuidado e se adequar ao espaço.

O menor valor encontrado no levantamento foi R$ 175, preço médio da diária de casas de dois cômodos no litoral central. Já o maior foi R$ 1.702,68, preço pago por um dia nas casas de quatro dormitórios em Ubatuba ou Caraguatatuba, no Litoral Norte. A diária do mesmo tipo de acomodação em Peruíbe e Itanhaém custa R$ 716,67 e R$ 1.491,67 em Santos.

Além da redução em algumas diárias, os shows também prometem fazer a alegria dos turistas, principalmente nas cidades onde os ingressos são gratuitos, como Praia Grande.

Em Itanhaém, ainda não foi definido como será cobrada a entrada, mas a tendência é que seja seguida a tradição de trocar o ingresso por 1 kg de alimento. Em Guarujá, o preço dos ingressos varia de R$ 30 a R$ 500, e, em Caraguatatuba, os valores vão de R$ 20 a R$ 120.

ENTRE PRAIAS / Para economizar ainda mais sem deixar de lado a diversão, uma boa opção é passear nos ônibus do projeto Roda SP. “As pessoas pagam R$ 10 e recebem uma pulseira válida por dois dias. Nesse período, elas podem subir e descer dos ônibus quantas vezes quiserem”, explica Angélica Suemitsu, assistente da diretoria de Planejamento e Desenvolvimento do Turismo.

Divididos em sete rotas, os ônibus contam com gravações sobre os pontos turísticos das cidades e fazem paradas para os visitantes conhecerem esses locais. “Fica a critério do turista descer ou não. Se ele quiser, pode sair e conhecer, e, depois, pegar o próximo ônibus e continuar o passeio”, diz Angélica.



domingo, 25 de dezembro de 2011

A escolha de um terreno requer alguns cuidados

Fábio Castaldelli
Escolher a disposição dos cômodos, os pisos e os revestimentos, as cores da parede e todo o acabamento. Construir imóvel em vez de comprar algo pronto é a opção encontrada por aqueles que desejam ter um lar exatamente do jeito que sempre sonharam. Para colocar esse objetivo em prática, sem surpresas desagradáveis, é fundamental a atenção na escolha do terreno e na elaboração do projeto.

O corretor e perito em avaliações imobiliárias da LDS Imóveis, Tom Freire, explica que um dos aspectos mais importantes é a localização do lote. De acordo com ele, os bairros também têm idade. Aqueles considerados jovens - caracterizados pelo grande número de casas novas ou em construção - são os que apresentam valorização garantida, por isso, são os mais procurados.

João Paulo Santos
Terrenos em bairros jovens têm mais chances de valorização, mas deve se considerar a localização do lote
Para quem faz a compra com a ideia de construir um imóvel para morar, a vizinhança também conta muito. É importante visitar os arredores do loteamento e ver se ali estão instalados potenciais causadores de barulho ou aumento de tráfego como as indústrias, ou construções que interfiram na valorização da área. "A proximidade uma delegacia, de bares ou danceterias é um fator de desvalorização", afirma. Por outro lado, uma área bem servida de supermercados, escolas, farmácias, tem maior valor de mercado.

Documentação

Antes de firmar qualquer negócio, é essencial conferir se o lote pretendido está devidamente regularizado. Para tal, é preciso que o comprador exija a matrícula atualizada do terreno - requerida junto aos cartórios de Registro de Imóvel - uma vez que é nesse documento que fica registrado o histórico do lote e se pode identificar se ele já foi hipotecado, vendido ou arrendado.
Do mesmo modo, pode-se solicitar ao proprietário e seu cônjuge certidões negativas que comprovem que não têm o nome protestado, pendências judiciais e impedimento civis. Segundo Freire, em cinco dias é possível ter essa documentação atualizada.

Orientação.

O ideal é que o processo de compra do lote seja acompanhado da assessoria de um profissional arquiteto ou engenheiro civil, que além de verificar o custo-benefício da aquisição pode analisar se o terreno está preparado para receber o projeto de imóvel pretendido.

Caso sejam necessárias muitas mudanças estruturais como nivelamento, muros de arrimo, o custo aumenta. Contudo, a arquiteta Andréia Gonçalves, ressalta que existem soluções para a maioria dos terrenos. "Muitas pessoas idealizam um imóvel, mas, no momento de construí-lo - devido às características do terreno - executam um projeto errado", diz.

Na lista de detalhes a serem observados pelo comprador estão a posição do terreno e da construção do imóvel em relação ao sol. Segundo a arquiteta, o indicado que quartos e salas estejam voltados para o sul ou leste, uma vez que assim estarão protegidos do sol intenso da tarde. Em contrapartida, ambientes menos utilizados do imóvel como cozinha, lavanderia e banheiro e que têm áreas molhadas tenham janelas direcionados para oeste ou norte onde a incidência solar é maior.

O desafio é maior quando se trata de lotes estreitos e cada vez menores. Este tipo de terreno nem permite manter essas orientações. "É então que um bom projeto de arquitetura pode fazer a diferença potencializando as condicionantes do terreno a favor do projeto", garante a arquiteta Andréia.

Fonte: http://maringa.odiario.com/imoveis/noticia/524318/a-escolha-de-um-terreno-requer-alguns-cuidados/ - 25/12/2011.

Novo, usado ou na planta? Pesquise antes de comprar

Talita Amaral

O primeiro imóvel é o projeto de vida da maioria dos brasileiros e acertar na compra significa realizar uma conquista. As dúvidas começam na hora de escolher a modalidade de compra e optar entre um imóvel novo, usado ou ainda na planta.

De acordo com o corretor de imóveis e professor do Cesumar, Kleber Azevedo, na hora de atender um cliente, o profissional do setor deve mostrar todas as opções possíveis de ofertas. "Eu procuro mostrar os prós e contras de cada tipo para que o cliente não se sinta lesado ou enganado posteriormente", explica.

As famílias que precisam se mudar com urgência escolhem entre o imóvel usado ou novo pronto para morar. Azevedo explica que o comprador deve estar ciente que o imóvel de segunda mão pode precisar de serviços de manutenção ou até de reformas em pouco tempo. "Ele deve procurar saber a idade do prédio e observar a conservação para poder decidir se realmente compensa investir", orienta.

Leo Castro
Lucilene Gomes e os dois filhos diante da casa adquirida há um mês

Uma vantagem do imóvel usado é o preço, em geral um pouco inferior ao valor de uma moradia nova. "O cliente sempre pode pedir mais descontos, uma vez que a casa ou apartamento pode não estar em perfeitas condições", destaca o corretor. Em contrapartida, um imóvel novo custa mais caro, porém o proprietário não precisa se preocupar com a manutenção por pelo menos cinco anos.

Custo-benefício


Azevedo acredita que a opção mais rentável é o imóvel na planta. O prédio que está no papel pode ter diferentes tipos de configurações e ainda vai valorizar cerca de 70 a 80%, após a entrega. "É um investimento a médio e longo prazos e o comprador tem a vantagem adicional de interferir na obra, decidindo o tipo de acabamento que deseja", diz.

Para o corretor, esta é uma excelente opção desde que a construtora seja idônea. Somente assim, o cliente pode investir sem medo. "Nos projetos da empresa em que trabalho, os moradores são avisados a respeito de cada etapa da obra e podem decidir que tipo revestimento vão utilizar", exemplifica. A única desvantagem do imóvel na planta é o tempo de espera que, para muitas famílias é um empecilho para decidir sobre a compra.

A pressa foi uma das razões que motivaram a família Gomes, a optar pelo financiamento de um imóvel novo.

"Precisávamos mudar logo e como nossa renda se encaixava no programa Minha Casa, Minha Vida. Nós providenciamos os documentos e demos a entrada no financiamento", conta com orgulho a dona de casa, Lucilene Gomes. Ela mora na casa nova com o marido e três filhos há um mês. "Conseguimos um imóvel com o número de quartos que precisávamos e em um bairro bem tranquilo, ótimo para as crianças brincarem", ressalta.

Segundo ela, a família pagava praticamente o mesmo valor da parcela do financiamento da casa em um imóvel alugado e agora tem a vantagem de pagar um pouco menos a cada mês, até quitar a última prestação.


RECOMENDAÇÕES


Novo: Verifique a localização e observe os aspectos ao redor que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo. Exija o memorial descritivo, que relaciona os materiais e equipamentos utilizados na obra, identifica a marca e a qualidade dos acabamentos

Usado: Agende visitas durante o dia, para verificar problemas como rachaduras, infiltrações e mofo, que em outros horários passam despercebido. Observe a incidência do sol, iluminação, ventilação e localização. Volte durante à noite para ter uma noção melhor de segurança e do movimento dos arredores

Na planta: Verifique o memorial descritivo da incorporação. Nele estão informações como escritura do terreno, negativa de débito da prefeitura, projeto aprovado pelo município, documentos sobre a empresa. Esse memorial deve estar registrado no Cartório de Registro de Imóveis e geralmente está exposto nos plantões de venda. Certifique-se de que as informações contidas no folheto publicitário condizem com a planta apresentada. Guarde todo o material promocional do empreendimento, que poderá ser útil no momento da negociação. Solicite referências comerciais de outras obras realizadas pela construtora



Fonte: http://maringa.odiario.com/imoveis/noticia/524315/novo-usado-ou-na-planta-pesquise-antes-de-comprar/ - 25/12/2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Corretor se cadastra agora apenas se tiver curso de avaliação de imóvel

Exigência
22.12.2011

A partir de 2012, somente poderão se cadastrar como avaliadores no mercado imobiliário brasileiro corretores de imóveis com curso de avaliação de imóveis feito em instituições de ensino que já ministrem a formação de técnico em transações imobiliária com aprovação do Conselho Estadual de Educação e reconhecido pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci).

A medida visa moralizar e qualificar o exercício da profissão. No Ceará, conforme o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci), somente o Cetrede e o Sindimóveis estão habilitadas a formar a nova geração de avaliadores imobiliários.

De acordo com Ayrton Martins Junior, diretor do Creci e coordenador das delegacias do órgão no interior do Estado, somente em 2011 foram capacitados nas duas instituições cerca de 300 corretores, que poderão ter seus nomes inclusos no Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários (CNAI) criado pelo Cofeci em 2006. O diretor do Creci, porém, não pode afirmar quantos avaliadores existem cadastrados hoje no Ceará. "Esse cadastro não é do Creci/CE, mas sim do Cofeci", justificou.

Recadastramento

De acordo com o diretor do Conselho Federal, Armando Cavalcante, em todo o País o número de avaliadores cadastrados soma 6.500 pessoas, sendo que a cada mês entram em média 500 corretores no cadastro nacional. "Tínhamos bem mais, mas estamos fazendo um recadastramento que tende a reduzir o número de profissionais inscritos no CNAI. Aqui no Ceará, devemos ter entre 450 e 500 corretores com cadastro ativo", estima.

Cavalcante explica que, embora o corretor não faça um laudo preciso na avaliação do imóvel, ele precisa dar um parecer responsável, com base no preço de mercado. Para ele, as novas regras visam aperfeiçoar o trabalho de avaliação de imóveis no mercado nacional. "Havia cursos de avaliação de imóveis que eram verdadeiros ´caça-níqueis´, que serviam apenas para viabilizar o cadastramento de interessados, mas não tinha qualidade na formação desses profissionais. Com a mudança, o mercado está sendo moralizado e aperfeiçoado", frisa.

Gestão

De acordo com Armando Cavalcante, além dos profissionais formados no curso técnico em transações imobiliária, podem pleitear a inclusão no CNAI graduados no curso superior de gestão imobiliária.

O presidente do Cofeci, João Teodoro da Silva, garante que a mudança não altera a situação dos profissionais já cadastrados. "Esta é uma medida que visa assegurar a qualidade dos cursos oferecidos aos profissionais do setor e, por consequência, o bom nível dos trabalhos de avaliação realizados por corretores de imóveis", explica.

Atribuição

Desde 1978, com a lei 6.530, o corretor de imóveis tem a atribuição legal de opinar com relação à comercialização imobiliária. Recentemente, o Cofeci teve a iniciativa de buscar a regulamentação desse nicho de mercado para o profissional que representa. Em função da iniciativa do Conselho Federal, há cerca de cinco anos a categoria pode emitir pareceres técnicos de avaliação mercadológica. "A medida tomada pelo Cofeci não só assegurou um novo segmento para o corretor, com mais uma alternativa de renda, como definiu padrão de qualidade e um modelo de trabalho para as avaliações imobiliárias feitas pela nossa categoria", ratifica o vice-presidente de Avaliação Imobiliária do Cofeci, Luiz Barcellos.

Conteúdo

Em seu conteúdo, o parecer traz diversas informações relevantes, como a descrição completa do imóvel e seu entorno, e dados para aplicação de método comparativo. Os quesitos apurados pelo avaliador possibilitam a determinação precisa do valor de mercado do imóvel em questão. Os pareceres emitidos pelos corretores imobiliários têm sido utilizados em inúmeras circunstâncias. Entre elas, estabelecimento de garantias bancárias, atualização de plantas de valores genéricos dos municípios, processos judiciais de desapropriação, partilha de bens, inventários e heranças, revisionais de locação, penhoras e execuções de bens, entre outras. Os corretores de imóveis têm atuado tanto como peritos judiciais, nomeados pelos tribunais, quanto na condição de assistentes técnicos, indicados pelas partes.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

CPI das casas populares recebe denúncia de novos golpistas

Funcionária pública aposentada acusa “corretor de imóveis” de golpe; ela será ouvida nesta terça-feira
Atualizada às 20h30

Uma funcionária pública aposentada denunciou a ação de novos golpistas na venda irregular de casas populares, em Ribeirão Preto, ao presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), Walter Gomes, no início da noite de segunda-feira (19). Diante da denúncia, ela irá depor, às 15h30, desta terça-feira (20), na Câmara Municipal.

Segundo Gomes, a vítima informou que pagou R$ 7 mil a um corretor de imóveis, que se identificou como funcionário da Companhia de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (CDHU). “Essa mulher disse que outras 70 pessoas negociaram com o corretor de imóveis. Ela tem inscrição na CDHU e chegou participar de um sorteio, mas continua sem a casa própria e está para ser despejada de onde mora”, afirma.

Ainda de acordo com o presidente da CPI, a servidora aposentada entregou o dinheiro ao “corretor de imóveis” no dia 19 de janeiro de 2010, em frente a uma agência da Caixa Econômica Federal. “No dia havia outras pessoas com o suspeito, mas que não tiveram seus nomes revelados. Já temos a identificação do corretor que ela entregou o dinheiro, mas vamos ouvi-la primeiro”, diz.

Questionado sobre a participação do Ministério Público (MP) nas investigações da CPI, Gomes informou que tem falado com o promotor da Cidadania, Sebastião Sérgio da Silveira, e que vão trocar “informações”.

Procurado pela equipe do EP Ribeirão, o promotor de Justiça não foi encontrado. O Fórum entrou em recesso nesta terça-feira e seu expediente voltará no dia 6 de janeiro de 2012.

O relator da CPI, Samuel Zanferdini, afirmou que o corretor será intimado a prestar depoimento na próxima terça-feira (27), apesar da comissão ter considerado que a audiência foge ao objetivo da CPI. "Se nós começarmos a abrir a CPI para ouvir todas as reclamações que chegam aqui, a CPI não vai acabar nunca", disse.

Caso

No dia 8 de novembro, duas mulheres suspeitas de cobrar até R$ 6 mil para facilitar a compra de casas populares prestaram depoimento no 4º Distrito Policial. Na ocasião, a prefeita Dárcy Vera e sua irmã Marli Vera foram citadas como integrantes do esquema.

A prefeita negou qualquer tipo de envolvimento no caso e as investigações passaram a ser realizadas pela Delegacia Seccional, em 22 de novembro.



Locações no estado de SP caem 23% em setembro, diz Creci.

SÃO PAULO – O número de imóveis residenciais alugados no estado de São Paulo caiu em setembro de 2011, na comparação com o mês anterior.

Segundo dados do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), divulgados nesta segunda-feira (19), a locação registrou queda de 22,91%.

Os dados, coletados em imobiliárias de 37 cidades, incluindo a capital paulista, identificaram que foram alugadas 1.657 casas e 1.006 apartamentos no período.

Análise por região
O número de imóveis alugados nos nove primeiros meses do ano caiu nas quatro regiões do estado, sendo que na capital foi identificada a menor queda, de 15,32%. No litoral, a queda foi de 21,02%, na região formada pelas
cidades do ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema) mais Guarulhos e Osasco, por sua vez, houve recuo de 15,6% e, no interior, de 29,76%.

Preferências
Na capital, imóveis com aluguel de até R$ 1 mil totalizaram 59,17% das casas e apartamentos alugados. Imóveis com aluguel de até R$ 800 representaram 50,28% das locações no litoral e 57,3% nas cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco.

No interior, a preferência foi por imóveis com aluguéis até R$ 600, que representaram 51,06%, do total de locações, conforme a tabela abaixo:

Valor do aluguel
Capital
Interior
ABCDGO*
Litoral
Até R$ 200
nulo
nulo
nulo
nulo
De R$ 201 a R$ 400
7,82%
22,40%
15,98%
7,26%
De R$ 401 a R$ 600
21,76%
28,66%
22,04%
16,76%
De R$ 601 a R$ 800
18,34%
14,64%
19,28%
26,26%
De R$ 801 a R$ 1000
11,25%
6,17%
11,85%
20,11%
Acima de R$ 1000
40,83%
28,12%
30,85%
29,61%
Fonte: Creci-SP
*Regiões do ABCD mais Osasco e Guarulhos



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O 1º passo para achar o imóvel ideal

Site mostra em um único mapa uma boa parcela dos imóveis novos do Rio de Janeiro que ainda estão sem dono e seus respectivos preços.
Site Imóvel VIP: em um único mapa, é possivel ver os imóveis novos à venda em uma região


São Paulo – Quem está à procura ou já comprou um imóvel sabe que encontrar a residência dos sonhos não é fácil. Os corretores construíram uma sólida reputação de chatos porque costumam apresentar os imóveis que captaram e estão à disposição para a venda - e não aqueles com as características buscadas pelo comprador. Os sites das imobiliárias são pobres em informação e muitas vezes não revelam nem os preços de cada unidade, principalmente quando são imóveis novos. Já bater pé pelas ruas acaba sendo pouco produtivo porque geralmente só é possível visitar um imóvel acompanhado de um corretor.

Para ajudar os interessados em comprar um imóvel a filtrar os empreendimentos que realmente interessam, um grupo de empreendedores do Rio de Janeiro criou o Imóvel VIP. O site fechou parcerias com as principais incorporadoras da cidade (com exceção da João Fortes e da PDG) e apresenta em um único mapa 3 bilhões de reais em unidades à venda. Dessa forma, o comprador consegue rapidamente enxergar todas as ofertas na região de interesse e os respectivos preços de cada unidade.

Segundo Fabio Couto, sócio do Imóvel VIP, por enquanto o site mostra apenas os imóveis novos ou em construção à venda no Rio de Janeiro, mas em breve também aparecerão os usados. A expansão para outras cidades deve acontecer nos próximos meses e começar por São Paulo.

Couto explica que obteve ótima receptividade das incorporadoras para a criação do site porque elas também sentem dificuldade em desovar os estoques. As grandes empresas do setor costumam contratar as maiores imobiliárias (Lopes, Brasil Brokers e Fernandez Mera) para vender as unidades na época do lançamento. Em geral, toda a campanha de mídia e os eventos realizados nos estandes se concentram em um período de 60 dias. Após o período de vendas fortes, as imobiliárias reduzem os esforços para a comercialização desse empreendimento e partem para o próximo lançamento.

O resultado é que acaba voltando para os ombros da incorporadora o peso de trabalhar esse estoque. Em momentos de boom imobiliário como 2010 e o primeiro semestre de 2011, quase todas as unidades eram vendidas rapidamente. Nos últimos meses, entretanto, a velocidade de vendas das incorporadoras diminuiu, e mais imóveis têm permanecido sem dono. “É absolutamente normal uma incorporadora vender só 50% das unidades no lançamento”, diz Fabio Couto. “Para a incorporadora, conseguir um comprador para as demais residências é determinante para a lucratividade de um empreendimento.”

À primeira vista, muita gente pode achar que o site só comercializa imóveis em andar baixo, sem vista para a praia ou que pega o sol da tarde – no Rio, o calor num apartamento como esse pode ser infernal. Mas o executivo afirma que a página não funciona como um catálogo de imóveis encalhados. “Tem muito apartamento que foi vendido no dia do lançamento, mas o comprador não conseguiu pagar todas as parcelas como planejava e teve devolver a unidade. Mesmo quando se tratar de um apartamento inferior, é provável que o preço da unidade já incorpore todas suas desvantagens.”

Além da localização exata dos empreendimentos e dos preços, os internautas podem encontrar no Imóvel VIP os detalhes técnicos das plantas, fotos em perspectiva das unidades à venda, a imagem da rua onde está localizado o imóvel pelo Google Street View e a distância para pontos de referência como escolas, restaurantes, shoppings e bancos. Somente após selecionar todos os imóveis que interessam é que o comprador terá de entrar em contato com um corretor para agendar uma visita aos empreendimentos.

Para garantir um atendimento de qualidade, a empresa criou um sistema que dá ao comprador a opção de escolher ser atendido por um corretor bem-avaliado por antigos clientes dentro de uma lista que será apresentada. O cliente também pode fazer perguntas pelo próprio site sem a necessidade de identificação. Basta informar o e-mail para o qual a resposta será enviada. Os corretores prestarão os esclarecimentos ao Imóvel VIP que reencaminhará as respostas ao cliente. Há ainda um chat em que o cliente poderá conversar online com alguém que conhece bem o empreendimento.

O site foi bastante criativo ao desenvolver uma fórmula para arregimentar um exército de corretores parceiros com a criação de outro site, o Corretor VIP. Quem trabalha para pequenas imobiliárias cariocas geralmente não têm produtos de grandes incorporadoras como a Gafisa ou a Cyrela para mostrar aos clientes. O profissional que se cadastra no Corretor VIP não tem esse problema porque possui acesso a todo o banco de dados do Imóvel VIP.

Cada corretor que passa a trabalhar para a empresa pode convidar outros 20 para também fazer parte da rede. Se qualquer um desses 20 fechar alguma venda por meio do Corretor VIP, aquele que o apresentou também ganhará um percentual da comissão – desde que também feche ao menos um negócio por ano. Essa fórmula incentiva cada novo corretor cadastrado a só apresentar bons profissionais.

Ao contrário do Imóvel VIP, que é um site aberto, o Corretor VIP tem o acesso limitado aos profissionais do mercado imobiliário – é preciso informar o número do Creci para se cadastrar. Com um banco de dados integrado ao das incorporadoras, o site consegue manter os estoques e os preços dos apartamentos à venda sempre atualizados.

Quando um potencial comprador faz alguma pergunta pelo Imóvel VIP, qualquer corretor cadastrado pode responder. As três primeiras respostas são encaminhadas. Apenas o cliente poderá entrar em contato com algum dos corretores para agendar uma visita ou pedir mais informações.

Caso a venda caminhe, o cliente poderá apresentar uma proposta pelo site. Havendo interesse da incorporadora, uma reunião poderá ser marcada na sede do Corretor VIP na cidade ou em um local definido pelo próprio cliente. O Corretor VIP também será responsável por trazer um advogado especializado em contratos imobiliários, um consultor de crédito e um gerente de vendas para acertar os últimos detalhes da negociação.

O sistema se tornou bastante popular no Rio de Janeiro. O site já tem 500 corretores cadastrados. A expectativa é de forte crescimento para os próximos meses, já que, dos 38.000 corretores do Rio de Janeiro, apenas 5.000 estão ligados a uma grande imobiliária e podem oferecer produtos tão bons. Neste momento, o grande desafio do Imóvel VIP é o de se tornar conhecido e utilizado também pelo grande público.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Vereadores que votaram aumento de 126% são candidatos à reeleição

Há até um pré-candidato a prefeito entre os que disseram "sim" ao reajuste.

Vereadores que votaram favoráveis ao aumento salarial de 126% nos próprios salários serão candidatos à reeleição em 2012 e, se eleitos, vão usufruir da nova remuneração. A aprovação do aumento aconteceu sob protestos da população na sessão de segunda-feira (12). O piso passa de R$ 6,6 mil para R$ 15 mil e o custo da cidade com os 33 vereadores, em 2013, será de R$ 5,9 milhões por ano, contra os R$ 2,6 milhões gastos atualmente.

Dos 28 parlamentares que votaram a favor do aumento, quatro confirmaram, nesta terça-feira (13), que serão candidatos à reeleição e um deles, a prefeito. Josias Lech (PT), Jaírson Canário (PT), Cidão Santos (PPS) e Thiago Ferrari (PTB) vão tentar se reeleger em 2012. EPCampinas entrou em contato com os 33 parlamentares da Câmara de Campinas para ouvir a justificativa de cada um e para comentar a forma como foi conduzida a votação que gerou polêmica na cidade.

O vereador Josias Lech, responsável por chamar o debate sobre o projeto de Macrozona durante a sessão, afirmou que tratou do assunto porque a maioria presente estava lá para saber do projeto. Segundo ele, 60 % do público queria saber da Macrozona. "Nós vereadores nos reunimos para definir isso e então articulamos”. Sobre o seu voto favorável ao reajuste, Lech disse que sabe do risco que corre do “crivo da população na próxima eleição”. “Com certeza estarei na eleição, não vou correr da discussão nas urnas” disse o vereador.

Thiago Ferrari (PTB) afirmou que votou favorável ao aumento porque, segundo ele, faz 17 anos que não há um aumento. "Era uma votação que pela conjuntura cria insatisfação mesmo, mas era para readequar os salários”. O parlamentar disse que não foi a tribuna discursar sobre o projeto porque “tinha gente lá só para criar tumulto", pois até levaram ovos. Ferrari afirmou ser um pré-candidato a reeleição pelo partido.

O vereador Cidão Santos (PPS) afirma que houve um entendimento da Mesa Diretora e dos parlamentares de se estabelecer o reajuste. Segundo Santos os vereadores "fizeram o que manda a lei”. O parlamentar do PPS disse que se a legenda aprovar ele disputará a nova eleição.

Jaírson Canário (PT) disse que votou favorável ao reajuste, porque é um aumento para quem for ser eleito. "Ninguém está garantido como vereador”. Quando questionado sobre o fato do item seis da pauta não ter um texto claro como os outros itens, Canário afirmou que “todo mundo sabia que se tratava do reajuste”. O parlamentar confirmou que será candidato reeleição caso o partido aceite.

Candidato a prefeito

Já Dário Saad (PMDB) afirmou que votou a favor do aumento porque é para o mandato de 2013-16. Saad afirma que poderia não ter votado já que é pré-candidato à prefeitura. “Ficava cômodo para mim votar contra ou me ausentar, já que não serei candidato”. O pré-candidato ao Executivo disse que o principal motivo de ter votado favorável é porque “haverá redução de verba de gabinete”. Ao comentar a discussão da Macrozona antes de se votar o reajuste, Saad acredita que houve confusão. “Realmente foi um erro de se misturar no meu entender os dois assuntos” disse o vereador.

A assessoria de imprensa do vereador Sebastião dos Santos (PMDB) informou que o vereador teve alta hospitalar na segunda (12) e recebeu orientações médicas para ficar em repouso, por isso esteve ausente. O vereador Politizador (PMN) disse que votou contrário ao reajuste porque ficou “estarrecido" com a forma como a Mesa Diretora conduziu a votação. "Eu acho que faltou transparência”.

O vereador recém-empossado Gilberto Carlos Cardoso Vermelho (PSDB) também acredita que houve confusão por parte da Mesa Diretora. Segundo ele, gerou muita polêmica pela forma como foi conduzido. "Tinha que ter deixado mais claro que estava sendo votado. Faltaram esclarecimentos”. Apesar da afirmação, o tucano disse que votou favorável ao reajuste, pois concorda com o Serafim Junior (PDT) de que o novo salário “é atraente para se ter grandes vereadores”.

O EPCampinas entrou em contato com os outros 25 vereadores. Arly de Lara (PSB), Aurélio Cláudio (PDT), Artur Orsi (PSDB), Campos Filhos (DEM), Francisco Sellin (PMDB), Leonice da Paz (PDT), Miguel Arcanjo (PSC), Paulo Oya (PSC), Peterson Prado (PMDB), Professor Alberto (DEM), Rafa Zimbaldi (PP), Sebá Torres (PSB), Tadeu Marcos (PTB), Zé Carlos (PMDB) e Zé do Gelo ficaram de retornar as ligações, mas até a publicação não houve nenhum retorno. Nos gabinetes de Antônio Flores (PSB), Carlos Signorelli (PT), Élcio Batista (PSB), Jorge Schneider (PTB), Luiz Cirilo (PSDB), Sérgio Benassi (PCdoB), Valdir Terrazan (PSDB), Vicente Carvalho (PV) e Zé Cunhado (PP) não houve nenhuma resposta.



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