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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Projeto de Lei quer acabar com palmadas

Quinta-feira, 24 de novembro de 2011 - 10h12 Atualizado em quinta-feira, 24 de novembro de 2011 - 18h39.
O projeto que proíbe os castigos corporais foi proposto pelo governo em 2010

Da Redação, com Metro ABC noticias@band.com.br

Um projeto que será votado pela Câmara dos Deputados pretende acabar com as palmadas como forma de educar as crianças. Nesta terça-feira, foi realizada a última audiência pública antes da votação do texto pelo Congresso, o que deve ocorrer em dezembro.

O texto modifica o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e estabelece o direito da “criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante”.

Segundo a assessoria de imprensa da deputada Teresa Surita, relatora do projeto na Casa, “o projeto tem caráter mais educativo do que punitivo e visa principalmente a criação de campanhas para mudar essa cultura das palmadas”.

O projeto que proíbe os castigos corporais foi proposto pelo governo em 2010, pelo ex-presidente Lula, quando ficou conhecido como a “Lei da palmada”.

A presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a lei, deputada Erika Kokay (PT-DF), disse que é preciso aperfeiçoar a legislação para atender melhor as crianças vítimas de violência e mudar a cultura da educação através do castigo corporal. “É preciso não minimizar a gravidade da simples palmada”, afirmou Kokay.

O texto final da comissão deve ficar pronto no dia 29.

Abaixo, segue nota enviada pela assessorai da deputada para o Portal da Band com mais explicações sobre o projeto.


O projeto de lei 7672, enviado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional para estabelecer o direito de crianças e adolescentes serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante, não estabelece qualquer tipo de penalidade para adultos que baterem em crianças ou adolescentes. Relatora do projeto de lei, a deputada Teresa Surita (PMDB-RR) explicou que o projeto de lei em exame pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, não prevê qualquer tipo de punição para pais, mães, mestres ou cuidadores. Segundo a deputada, o projeto tem um foco educacional e assistencial. "O objetivo é criar no Brasil um novo ambiente que permita às pessoas educarem seus filhos sem o uso da palmada, do tapa, da cintada, da surra, de qualquer tipo de agressão, seja ela física ou psicológica. O hábito que persiste entre nós de recorrer ao tapa ou à vara é cultural e pode e deve ser modificado. Para isso, o projeto vai estabelecer a obrigação de o Estado realizar campanhas educacionais regulares, constantes, maciças, a fim de esclarecer os adultos sobre os prejuízos que os maus-tratos físicos e psicológicos causam. O projeto também vai formatar um mecanismo para que os agentes públicos, dos setores de Saúde, Educação, Assistência Social e Direitos Humanos possam atuar em conjunto, para prevenir e, quando for o caso, oferecer assistência, nos mais diversos níveis, às famílias que sofrem com o problemas dos maus-tratos às crianças e aos adolescentes". A deputada Teresa Surtia fez questão de ressaltar que o projeto de lei 7672, quando aprovado pela Comissão Especial da Câmara, não vai criar penas nem estabelecer a perda do pátrio poder. "O que se quer é oferecer assistência, tanto social quanto educativa a quem necessitar", concluiu.






Questionando com Todos X.



Agora sim nossos deputados deixam claro, que o governo deve ditar as regras de como criar filhos, até concordo que são os país que precisam de educação, pois ter filhos mal educados e insuportáveis não dá. Contudo a lei do menor sempre agrega algo como este irônico, por que, pelo simples fato temos menores (Fundação Casa antiga FEBEM), que promovem rebelião mata seu coleguinha de sela e depois é tratado como falta de amor e carinho paterno ou maternal, com isto assemelha uma lei importante direta, mas que na verdade seja governo federal, municipal ou estadual não tem capacidade de cumprir com o mínimo de boa educação, saúde, segurança e principalmente serviços públicos adequados a todos, como por exemplo, contratação exorbitante de funcionários e assessores muitas vezes sem qualificação ocupando cargo de confiança. Resumindo como são tão capazes de criar leis de como invadir sua casa e não são capazes de arrumar a propria casa como reforma tributaria, reforma nas leis civil e criminal, redução de gastos e pessoal desnecessário e principalmente controle transparente e eficaz dos investimentos públicos.

Já para cidadão fica a deixa pense dez vezes e novamente pense vinte vezes se vale a pena ter um filho, ou seja, radical faça logo uma vasectomia assim quem sabe os nosso futuro fica por conta também do governo.


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