Translate

terça-feira, 27 de setembro de 2011

III FÓRUM IMOBILIÁRIO - CRECI insere corretores nas mídias sociais

Quinta-Feira , 22 de Setembro de 2011 - 11:56

Os profissionais liberais estão descobrindo a cada dia a importância das mídias sociais como ferramenta de divulgação de sua marca pessoal, produto ou empresa. Para inserir os corretores de imóveis de Rondônia nessa nova realidade, Conselho Regional de Corretores de Imóveis(CRECI/RO) focará o III Fórum Imobiliário nessa área, com o tema "Explorando o Mercado nas Redes Sociais". O evento acontecerá nos dias 24 e 25 de outubro, no auditório da Uinron/Shopping As inscrições iniciam no próximo dia primeiro.

Para o presidente do Creci, Flaézio Lima, os corretores não podem mais ficar à margem dessa nova realidade. Na sua opinião, as mídias sociais são fundamentais nos negócios imobiliários atualmente, onde o corretor e as empresas podem inserir produtos e serviços que serão vistos pela clientela, além de estreitar o relacionamento entre a categoria em todo o mundo.

Dados divulgados ano passado pela empresa Nielsen, especializada em Internet, 86% dos internautas brasileiros acessam as redes sociais, seguidos dos italianos, com 78% e dos espanhóis, com 77%. Ultimamente, o Orkut, que dominava o mercado, vem perdendo espaço para o Facebook, que tem a preferência entre os profissionais liberais e empresários.

De acordo com pesquisa da empresa Sage Pay, “as pessoas que visitam uma loja virtual depois de ler sobre ela em um site de mídia social são 10 vezes mais propensos a comprar algo que outros usuários”. Ainda segundo Sage Pay, as empresas devem desenvolver ferramentas de marketingmais forte para fazer esta conversão. Ainda segundo a Sage Pay, amídia social marketing, como publicidade no Facebooké uma ferramenta pouco valorizada, mas altamente eficaz.



Profissionais conseguem carreira estável mesmo sem curso superior

19/09/2011 09h19- Atualizado em 19/09/2011 09h19

Corretor de imóveis diz que consegue ganhar até R$ 6 mil por mês.
Para analistas, renda alta é resultado de qualificação profissional constante.

Mesmo sem concluir o ensino superior, muitas pessoas conseguem alcançar uma carreira estável e ter bons salários. Para os analistas, é o resultado de qualificação profissional constante.

O Corcel ano 1984 do corretor de imóveis Bento Milanês, de 58 anos, é apenas jogada de marketing. Ele tem apenas o ensino médio completo, mas ganha mais do que muita gente com diploma. São em média R$ 6 mil por mês trabalhando como corretor de imóveis.

Bento conta que a força de vontade e alguns cursos técnicos foram suficientes para garantir um bom emprego. Mas para fazer o salário foi preciso estudar o mercado imobiliário, conhecer as tendências do setor, saber de economia. Com a profissão consolidada, o corretor investiu na família. "Consegui estudar os filhos, ter uma boa renda mensal e fazer tudo o que eu tenho através dessa profissão. Para ser um bom corretor você precisa estar sempre se atualizando", diz.

O corretor Rafael Matos guarda no computador as lembranças da carreira de jogador de futebol. Atuando profissionalmente, ele conheceu cinco estados brasileiros e chegou a defender a Portuguesa. Mas os 30 anos de idade chegaram e o sonho de ficar milionário acabou ficando em segundo plano.

As viagens constantes não permitiram que Rafael completasse o ensino superior, e de uma hora para outra ele percebeu que não tinha uma profissão. Preocupado, fez um curso técnico e virou corretor de imóveis. Quatro bons negócios por mês lhe rendem cerca de R$ 3 mil. "Vendo o cliente e o proprietário do imóvel saírem satisfeitos, é como se fosse um gol para mim", conta Rafael.

O consultor em recursos humanos Ricardo Barros comenta que casos assim não devem servir como exemplo para os jovens, porque se esses mesmo profissionais tivessem concluído a faculdade, o sucesso poderia ser ainda maior. "É interessante que ele também tenha uma base teórica, algo que possa permitir novas oportunidades", diz o especialista.

O leiloeiro Luciano Pires é um dos mais requisitados do estado, e conta que nunca esteve em uma faculdade. Ele garante que as lições mais importantes foram transmitidas na pista de venda. Foi preciso conhecer o negócio a fundo, falar a linguagem dos pecuaristas.

"Aqui é a prática, estamos todo dia. Você está sempre aprendendo novas situações, então é muito de improviso", relata. O profissional liberal ganha em média 2% em cima de cada boi vendido. Reservado, ele não revela quanto ganha por mês.

Por mês, Walter Alves Filho vende em média 20 carros zero km. São 27 anos no ramo, e para fechar negócios o vendedor precisa estudar muito os concorrentes. Experiência que garante cerca de R$ 8 mil de salário, mesmo tendo apenas o segundo grau. "O segredo é você conhecer o produto, saber as condições que você pode trabalhar, atuar em uma boa empresa e ter bastante conhecimento", explica.

O que é útil ou inútil em um condomínio

Imóveis residenciais podem incluir praticamente de tudo nas áreas comuns para atrair compradores, mas é importante lembrar que cada equipamento ou serviço tem um custo.

Condomínio em São Paulo: serviços demais podem só gerar custos para os moradores
São Paulo – Os empreendimentos imobiliários mais modernos capricham na instalação de diversos equipamentos na área comum e oferecem dezenas de serviços para encher os olhos de potenciais compradores. Nem toda essa infraestrutura será utilizada pela maioria dos condôminos, mas, em relação aos custos, não há exceção: Quando um edifício com poucos apartamentos exagera nos serviços, o condomínio facilmente pode se transformar em um tormento para os moradores. “Administramos edifícios em que a taxa mensal de condomínio chega a custar 14.000 reais”, afirma Fernando Fornícola, sócio-diretor da Habitacional, uma empresa que administra 210 condomínios. Segundo corretores, taxas elevadas demais podem até mesmo afetar o valor de revenda de um imóvel porque afugentam potenciais compradores.

Entre as técnicas mais usadas por administradoras para baixar o valor do condomínio estão a inclusão apenas dos serviços essenciais e a cobrança à parte do que será usado apenas por um pequeno número de moradores. A seguir, EXAME.com mostra o que é muito utilizado em edifícios, o que começa a virar tendência e o que só costuma gerar custos inúteis para os moradores:

1 – Infraestrutura e serviços essenciais

Corretores de imóveis costumam dizer que um prédio conta com “lazer completo” quando a infraestrutura se assemelha à de um clube. São prédios que incluem piscina com água aquecida, quadras poliesportivas, academia e spa. Essas facilidades costumam ser bastante utilizadas principalmente por moradores com crianças e jovens na família e por quem trabalha em casa ou tem bastante tempo livre.

Áreas sociais comuns também se tornaram uma demanda cada vez mais constante. A valorização dos imóveis no Brasil levou as incorporadoras a reduzir o espaço interno dos apartamentos para fazê-los caber no bolso dos compradores. Prédios com salões de festas, cozinha gourmet ou churrasqueiras, portanto, costumam agradar moradores que gostam de convidar amigos para almoçar ou jantar.

A inclusão de uma infraestrutura de segurança no prédio também costuma ser bem-avaliada pelos moradores. Os edifícios de altíssimo padrão já contam com monitoramento completo de câmeras e equipamentos de biometria para o acesso ao prédio, aos elevadores ou aos apartamentos. Esses equipamentos ainda são caros, assim como a contratação de um time de seguranças profissionais. Quem guarda dinheiro, joias ou bens de valor em casa, no entanto, costuma preferir residências mais bem-protegidas. Qualquer melhoria em um prédio sempre vai gerar despesas.


 2 – Os serviços que começam a virar tendência

Muitos condomínios já começam a agregar serviços impensáveis há alguns anos. Que tem crianças pequenas em casa, por exemplo, já pode contar em alguns edifícios com os serviços de babá comum. Nas férias escolares, quando os jovens ficarão mais horas dentro do prédio, funcionários também podem ser contratados para cuidar da recreação. Os serviços são particularmente interessantes para os pais que matricularam os filhos em escolas que dão aos alunos três meses de férias por ano e não sabem a quem apelar em janeiro, julho e dezembro.

Outros moradores que começam a ficar bem-amparados são os donos de animais. Muitos condomínios já incluem um pet shop dentro da área comum. Espaços próprios para os bichinhos caminharem ou serem adestrados também começam a fazer parte da infraestrutura de muitos prédios.

Nos empreendimentos em que as garagens são apertadas e não conseguem atender a demanda dos moradores, a contratação de manobristas pode se tornar uma opção interessante. Uma parte considerável dos prédios antigos em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro não oferecem duas vagas ou mais por apartamento. Como em qualquer estacionamento, a contratação do manobrista se torna uma forma inteligente de aumentar o número de vagas disponíveis sem colocar em risco a integridade dos veículos. O principal inconveniente é que, muitas vezes, a chave do veículo terá de permanecer na garagem - algo que muita gente se recusa a fazer.

Dentro da área de lazer, um serviço que começa a se destacar é o de personal trainer. Muitos edifícios lançados recentemente contam com aparelhos de primeira linha para a realização de exercícios físicos. Nesses casos, a única vantagem que alguém teria em se matricular em uma academia externa seria o acompanhamento de um treinador profissional. Em edifícios com muitos apartamentos, entretanto, o rateio do salário de um personal trainer pode ser bastante viável.

Em relação aos jovens, uma facilidade que se tornou bastante popular em prédios novos é a instalação de um espaço para que músicos possam tocar ou ensaiar. Geralmente conhecido como “garage band”, essa sala conta com isolamento acústico e evita que diversos moradores sejam incomodados pelo hobby de apenas um deles.

Por último, um serviço que já se tornou essencial em edifícios com muitos moradores é a contratação de um síndico ou administrador profissional. Em empreendimentos com mais de 200 apartamentos, por exemplo, fica impossível para alguém que trabalha fora possa também escutar as demandas e queixas de todos os moradores. A existência de um síndico profissional resolve essa lacuna, evita conflitos entre condôminos e evita atrasos na solução de problemas.

3 – Os serviços que quase nunca são usados

A oferta de uma gama farta de serviços pode ajudar muito a descomplicar a vida dos condôminos, mas também existem exageros. Alguns prédios entregues recentemente na cidade de São Paulo oferecem, por exemplo, salão de beleza, massagista e esteticista dentro da área comum. Em diversos prédios comerciais, esse tipo de serviço costuma ser muito demandado. O que pode parecer uma facilidade, entretanto, pode representar apenas mais custos se o prédio residencial não for grande o suficiente para justificar a inclusão desse tipo de negócio.

Outra inovação que ajuda a vender apartamentos na hora do lançamento do empreendimento, mas que, na prática, raramente funciona, é a inclusão de um bar na piscina. É óbvio que qualquer um gostaria de possuir na própria residência uma mordomia comum apenas em hotéis e resorts. Poucos moradores, entretanto, vão utilizar o serviço o suficiente para que o custo seja justificado.

Pelo mesmo motivo, a contratação de um motoboy para realizar entregas para os condôminos raramente é uma decisão inteligente em prédios residenciais. Mais comum em flats, esse tipo de serviço pode ajudar muita gente a não perder tempo com deslocamentos. O mais racional, entretanto, é que eventuais entregas sejam contratadas junto a uma empresa diretamente pelo morador. O condomínio poderia, no máximo, fechar algum tipo de parceria com uma empresa de confiança que preveja custos menores em troca da preferência dos moradores na hora da contratação.

domingo, 18 de setembro de 2011

RESULTADO Completo

Pesquisa Corretor de Imóveis / Cliente.

A finalidade desta pesquisa é para saber o grau de confiabilidade entre o cliente em

relação ao corretor de imóveis.

PARTICIPANTES DESSA PESQUISA DE CAMPO:
 
                                        Dayane Francis Silva                                           
 Alexandre Alves Martins
Adriano da Conceição França
                                          Alexandre José Ferreira                                         
Stephany Caíres Silva
 
Praia Grande, 14 de Setembro de 2011.

Construtoras diminuem tamanho da casa

Especialistas recomendam visitar bairro, pesquisar preços e barganhar para fechar negócio

Raphael Hakime, do R7



Os preços dos imóveis no Brasil tiveram um grande salto nos últimos dois anos e o consumidor que busca a casa própria sentiu isso na pele. O mercado já notou que o ritmo de vendas não é mais o mesmo de tempos atrás e, por isso, mudou o perfil dos apartamentos para atrair compradores. Agora, a tendência é que as construtoras apostem cada vez mais em apartamentos menores nas grandes cidades.

Leia todas as notícias do R7

A área útil dos novos empreendimentos está cada vez menor porque o comprador não analisa o preço do metro quadrado, mas sim o quanto ela pode financiar, R$ 200 mil, R$ 300 mil ou R$ 400 mil, explica Eduardo Zylberstein, pesquisador da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e coordenador do FipeZap – termômetro que mede o valor do metro quadrado em seis capitais e no Distrito Federal. Para ele, “construir imóveis menores é uma tendência do mercado atual”.

- Não tem mágica: as pessoas têm uma renda mensal e podem financiar um certo limite. O que acontece é que as construtoras estão fazendo uma ginástica para o imóvel caber no bolso. Isso é normal em cidades desenvolvidas, como Tóquio, Nova York, Londres. O normal é que os imóveis nos grandes centros sejam pequenos porque falta espaço. Se você quer uma casa maior, você vai morar em áreas mais afastadas.

Independentemente do tamanho do imóvel e do quanto você pretende financiar, é necessário definir o perfil da casa, passear pelo bairro e pechinchar muito antes de comprar, recomenda Luiz Paulo Pompéia, diretor de estudos especiais da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). Isso porque “90% da população brasileira que compra imóvel o faz só uma vez na vida”.

- Primeiro, ele tem que analisar muito bem todas as questões que vão atendê-lo, como a localização. A casa tem que estar próxima de um núcleo comercial a menos de 10 minutos a pé, onde ele encontra farmácia, padaria, pizzaria, a escola dos filhos, supermercado, transporte público.

O próximo passo é escolher dois ou três imóveis com potencial de compra e começar a “pechinchar o preço no balcão do plantão de vendas”, diz Pompéia.

- Como ainda tem muita gordura, ainda dá para emagrecer esses preços, ou seja, ele ganha poder de negociação. Depois de escolher três lugares, pechinche, compare os preços e peça um abatimento de, no mínimo, 10%.

O diretor da Embraesp afirma que o desconto no valor do imóvel pode aumentar à medida que cresce o tamanho da entrada. Segundo ele, “você pode pedir um desconto maior porque quanto maior a entrada, maior o desconto no restante”.

Zylberstein, da Fipe, lembra ainda que adquirir a casa própria é uma decisão que requer a opinião de todos os membros da família, além de considerar o impacto que essa compra vai causar no orçamento doméstico.

- Para quem não tem imóvel, para a maioria da população, comprar um imóvel significa alocar a maior parte da riqueza da família em um único bem, seja a atual ou a riqueza futura por meio de um financiamento. Uma decisão dessas, com essa importância, tem que ser tomada com cautela, considerando gastos com matrícula, corretagem e escritura, por exemplo.

 Fonte:

Projetos da região do Vale do Itapocu esperam por análises há seis meses

Medida que previa anuência do Estado para liberar pedidos de parcelamento do solo foi alterada, mas Corregedoria Geral de Justiça de SC ainda não comunicou os cartórios.

Daiana Constantino

Publicado 16/09/2011 às 09h43min: 59

Uma medida do secretário de Estado do Planejamento, Filipe Mello, complicou o procedimento para aprovar os pedidos de parcelamento do solo urbano em Santa Catarina. Em consequência, os cartórios de registros de imóveis ficaram sem poder liberar os projetos de engenharia desde março deste ano e os processos estacionaram. Diante dessa situação, associações empresariais de Jaraguá do Sul, Guaramirim e Joinville, Conselho Regional de Corretores de Imóveis, Sindicato da Indústria da Construção Civil, Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis se manifestaram por meio de um ofício.

O manifesto das entidades resultou na correção da medida e o Estado autorizou as secretarias regionais analisarem os projetos com abrangência inferior a 1 milhão de metros quadrados. Assim, não será necessário exigir a anuência da Secretaria de Estado do Planejamento para liberar os pedidos para desmembrar os loteamentos. Somente os lotes com áreas acima de 1 milhão de metros quadrados deverão ser encaminhados para Florianópolis, para ser feita a análise e o fornecimento de anuência.

Os meios ficaram menos burocráticos. Contudo, a Corregedoria Geral de Justiça de Santa Catarina ainda não comunicou os cartórios de registros de imóveis oficialmente sobre a alteração da medida. Segundo o secretário da SDR de Jaraguá do Sul, Lio Tironi, é por isso que os pedidos ainda estão parados nos cartórios e nos escritórios de engenheiros e arquitetos. “A correção da medida do Estado vai atender a maior demanda da região, pois não há por aqui muitos projetos com abrangência maior de 1 milhão de metros quadrados”, prevê.

O presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Jaraguá do Sul e região, Jorge Luiz Pfitzer, está preocupado com a paralisação dos trabalhos. “O Estado estabeleceu normas, mas não ofereceu mecanismos para cumpri-las e implementá-las. Isso não tem lógica”, critica.

André Luiz Gonçalves, oficial substituto do Cartório de Registro de Imóveis de Guaramirim, afirma que ainda continua valendo a determinação de Filipe Mello feita em março deste ano. “Devido a esse impasse, os serviços de pedidos de parcelamento do solo urbano não têm sido mais encaminhados para o cartório do município”, conta.

Acijs critica

Durval Marcatto, presidente da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul, participou da manifestação para alterar a medida determinada pelo Estado e discorda do posicionamento do governo. “A medida foi precipitada e não adequada. Mas com o novo procedimento, acredito que os parcelamentos serão agilizados pela SDR”, afirma.

Entenda o caso

De acordo com Luiz Sérgio de Assis Pereira, coordenador do Núcleo das Imobiliárias de Guaramirim e região, a Corregedoria Geral de Justiça de Santa Catarina recebeu do secretário de Estado do Planejamento, Filipe Mello, a solicitação para que os Cartórios de Registros de Imóveis de Santa Catarina exigissem a anuência do governo estadual para os pedidos de parcelamento do solo urbano. Isso aconteceu em março de 2011. O objetivo era atender a lei 381 de maio de 2007 que visa averiguar se as ocupações possuem problemas no solo evitando desastres naturais com temporais e vendavais.

Entretanto, não houve meios para que a medida fosse cumprida pelos escritórios de engenharia e contratantes de projetos. Assim, ficou inviável liberar os pedidos e os processos acumularam nos cartórios. Diante dessa situação, entidades se manifestaram e o Estado alterou a determinação inicial, facilitando o procedimento por meio das secretarias regionais. Contudo, a Corregedoria Geral de Justiça de Santa Catarina ainda não comunicou oficialmente os cartórios. Portanto, os trabalhos continuam parados depois de seis meses.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CORRETOR DE IMOVEIS - Creci/RO instaura 380 processos apenas na Capital


Presidente do Creci, Flaézio Lima, diz que a entidade irá intensificar a fiscalização
Visando reduzir o índice de inadimplência por parte da categoria e coibir a atuação dos contraventores no mercado, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Rondônia (Creci-RO) está intensificando a fiscalização. Só este ano, já foram instaurados 380 processos, sendo 280 deles na Capital.

Os 280 processos da Capital já foram julgados. Desse montante, cerca de 30% receberam apenas multa por inadimplência; outros 5% tiveram o processo encaminhado para o Ministério Público Estadual por exercício ilegal da profissão e os demais receberam advertência, por serem primários na infração disciplinar (débito e anúncio comercial sem a inscrição do Creci).

Neste segundo semestre, a direção inicia o trabalho de fiscalização no interior- semana passada, os funcionários Leisson Castro, coordenador da Fiscalização, e Nilton Junior Roberto, realizaram o primeiro rastreamento no município de Ji-Paraná. Até o final do ano, a previsão é que o trabalho seja executado em todos os municípios, inclusive com retorno ao município de Ji-Paraná.

O presidente do Creci, Flaézio Lima, disse que está se tornando praxe os profissionais não pagarem a anuidade. “Estamos adotando medidas severas para colocarmos um ponto final na inadimplência”, declarou, frisando que tentou resolver a situação na base da negociação, mas a categoria não atendeu ao chamamento. “Agora, nossa única opção é punir que está em débito”.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Construções sustentáveis

Congresso, que acontece em Sampa, põe em discussão projetos eco-eficientes e consumo de água, entre outros assuntos
30/08/2011 - 08:37


Até amanhã, durante a 2ª Greenbuilding Brasil Conferência Internacional & Expo, na sede do Fecomércio, na Bela Vista, em São Paulo, especialistas daqui e de outros países debatem as construções sustentáveis em toda a América Latina.

Ontem, no primeiro dia de palestras, o enfoque foi como as fábricas brasileiras estão se tornando mais sustentáveis. Tanto que Josemar Picanço, gerente de Meio Ambiente da Coca-Cola Brasil, fechou a primeira manhã de discussões explicando que a empresa vem se estruturando no desenvolvimento sustentável de longo prazo.

Ao lado dos gerentes de três fábricas localizadas em Manaus, Maceió e Paraná (todas em estágios finais do processo para obtenção do certificado LEED - Leadership for Energy and Environmental Design), Picanço falou sobre geração de eficiência e o retorno de investimento dessas fábricas nos Estados que irão sediar a Copa do Mundo de 2014.

De 2005 a 2011, houve 43% de redução do consumo de água na fabricação das bebidas e 31% de redução no uso de energia. “Cinco anos atrás, o consumo de água nas fábricas era em média de 5 litros por cada litro de bebida produzida. Atualmente, estamos na faixa de 2 litros e a meta é chegar a 1.8 litros em 2012”, salientou o executivo.

Dentre as soluções aplicadas nas plantas da Coca-Cola Brasil estão o reuso da água da chuva para instalações de banheiros (mictórios e descargas), torneiras e chuveiros com acionamento automático, maior aproveitamento de luz natural na área de linha de produção e a implantação de telhados verdes que proporcionam grande equilíbrio térmico durante todo o ano.


Outro palestrante foi Siegbert Zanettini, do escritório Zanettini Arquitetura e professor titular da FAU-USP. Com mais de 40 anos de profissão e 50 de magistério, Zanettini apontou para o fato de no Brasil a construção civil não estar adequada para nossos recursos e reais necessidades.

“Aqui no Brasil temos condições mais que propícias para resolver problemas de escassez das matrizes energéticas. Há anos faço uso de tecnologias limpas em empreendimentos no País, reduzindo o período de execução das obras e evitando desperdícios. Sustentabilidade não é uma coisa de agora, mas agora as questões são outras: é preciso unir investimento com conhecimento”, disse o arquiteto.

Zanettini apresentou cases obtidos ao longo de 40 anos de experiência com eco-eficiência e sustentabilidade. Dentre os projetos, destaca-se o Fórum do Meio Ambiente construído em Brasília. O primeiro Fórum Verde no Distrito Federal, desenvolvido em parceria com a arquiteta Sandra Henriques, é considerada a primeira obra pública do Centro-Oeste a seguir critérios internacionais de construção sustentável, atualmente em processo de certificação LEED – Leadership in Energy and Environmental Design®.

Nesta quarta-feira os participantes da 2ª Greenbuilding Brasil Conferência Internacional & Expo fazem visitas técnicas a empreendimentos registrados com o selo LEED, hoje o principal certificado da construção sustentável em todo o mundo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O "bico" dos policiais

Publicação: 08 de Setembro de 2011 às 00:00

Wendell Beetoven Ribeiro Agra [ promotor de Justiça em Natal ]

O lamentável episódio ocorrido esta semana, em Parnamirim, em que dois policiais militares que realizavam o transporte de grande quantia em dinheiro foram vítimas de assalto, resultando na morte de um deles e em ferimentos noutro, chamou a atenção para um grave problema que é chamado "bico", que muitos policiais realizam nos momentos de folga. A questão, porém, envolve diversos aspectos, como a confusão entre segurança pública e privada, a baixa remuneração e a jornada de trabalho dos policiais militares e, ainda, o aumento da criminalidade e até o envolvimento de policiais em delitos, como noticiado com frequência.

O crescimento econômico faz aumentar a circulação de dinheiro entre estabelecimentos comerciais e bancários, o que fomenta a cobiça de criminosos, que agem na quase certeza da impunidade, dada a ineficiência das polícias federal e civis, em todo o Brasil, na repressão ao crime organizado e aos delitos praticados por criminosos "profissionais", ou seja, aqueles que adotam o delito como meio de vida e utilizam métodos na sua execução, muitas vezes se valendo de treinamento militar ou conhecimento obtido nas próprias forças de segurança pública.

Em todo o país, o transporte de valores, notadamente em quantias vultosas (mais de R$ 21 mil, segundo o critério legal), é regulamentado pela Lei nº 7.102/1983 e pelos Decretos nº 89.056/1983 e 1.592/1995, que determinam que essa é uma atividade própria da segurança privada, cujas empresas que a exploram necessitam de autorização do Ministério da Justiça e se submetem, periodicamente, à fiscalização da Polícia Federal, devendo, ainda, cumprir uma série de exigências, como, por exemplo, utilizar veículo blindado (carro-forte) e disponibilizar aos vigilantes equipamentos de proteção individual (coletes à prova de balas e armamento) e seguro de vida em grupo. Obviamente, é um serviço relativamente caro, pelo que muitos empresários, movidos pelo interesse na maximização dos lucros e redução dos custos, preferem contratar, informalmente, policiais de folga para a execução do serviço.

Em verdade, ocorre uma exploração do policial, uma vez que, na ausência de vínculo formal de emprego, a iniciativa privada remunera esses profissionais qualificados com valores irrisórios, sem recolhimento de contribuições obrigatórias (INSS, FGTS etc.), sem contratar seguro de vida e sem disponibilizar equipamentos de segurança de segurança imprescindíveis em face do risco da atividade. A família do policial que, por exemplo, é assassinado nessas condições fica também prejudicada em relação a direitos previdenciários, como a pensão proporcional ao tempo de serviço público, haja vista que a morte não ocorreu em serviço. A Justiça do Trabalho, contudo, entende que "preenchidos os requisitos do art. 3º da CLT (prestação de serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário), é legítimo o reconhecimento de relação de emprego entre policial militar e empresa privada, independentemente do eventual cabimento de penalidade disciplinar prevista no Estatuto do Policial Militar" (Súmula 386 do TST), sendo possível, igualmente, o ajuizamento de ação indenizatória contra a empresa que o contratou irregularmente e o encarregou de uma atividade perigosa sem fornecer todos os meios de segurança necessários.

Contribuem para o crescimento desse mercado informal fatores como a baixa remuneração dos policiais e a jornada de trabalho a que são submetidos. Com efeito, ganhando pouco no serviço público, é natural que o profissional procure meios alternativos de complementar a renda, utilizando, na atividade privada, os conhecimentos, habilidades e facilidades que o cargo público lhe proporciona. Por outro lado, as extenuantes jornadas de trabalho e os prolongados períodos de folga, normalmente alternando 24 horas de serviço ininterrupto por 3 dias de folga, facilitam o "bico". Vale registrar que recentemente o Tribunal de Justiça do RN, na ausência de legislação estadual específica quanto à jornada de trabalho dos militares, limitou-a à aplicável aos servidores públicos civis, de 40 horas semanais.

Ora, não é de se esperar que um homem sadio, com pleno vigor físico, permaneça três dias em casa sem fazer nada ou, no máximo, se dedicando às atividades domésticas! Ocorre, na grande maioria dos casos, é que o policial de baixa patente aproveita a folga para trabalhar em algum serviço privado e propiciar melhores condições de vida à família, optando muitas vezes pela segurança particular. E dái vem algo mais grave, que é a realização de atividades tão estressantes quanto às de policiamento sem o devido descanso e, depois de algum tempo, a priorização do serviço particular em detrimento do público.

Assim, embora o chamado "bico" não caracterize, necessariamente, uma infração disciplinar, à luz do Estatuto da Polícia Militar, nem crime tipificado no Código Penal Militar, a ensejarem punição individual do policial que o pratica, quando consistente em transporte de valores vultosos, constitui uma ilegalidade em face da legislação que trata da segurança privada e também violação das leis trabalhistas e previdenciárias. Além disso, constitui risco para a vida e integridade física dos policiais, prejudica o seu desempenho funcional e, em caso de morte fora do serviço, ainda prejudica a sua família e o próprio serviço público, que perde um servidor no qual se investiu em treinamento. Logo, deve ser coibido pela administração militar, tanto na elaboração de escalas de serviço mais razoáveis e próximas daquelas destinadas aos demais trabalhadores (40 horas semanais divididas em 5 ou 6 dias durante a semana), exigindo a dedicação exclusiva ao serviço, quanto remunerando melhor os profissionais da segurança pública, a fim de que não necessitem se submeter à exploração privada.






Por:  Alexandre . Martins.

O maior problema é a pessoa na qual entra para ser um policial já sabe quanto vai ganhar então o mesmo não tem direito de realizar greve ou desrespeitar o estatuto militar, mais por outro lado a população deve fiscalizar e denunciar para que o policial seja um exemplo a nossa justiça tão precaria, mas também que seja valorizado um trabalho honroso aos homens de valor que nos protege e cobrar dos elementos que fica com (....) na mão atrás de uma mesa ou fazendo declarações onde um poste pode ser eleito ou uma camara onde nunca se vé um vereador trabalhando.




Brasileiros confiam mais nos bancos, mas não são fiéis.

Nível de confiança caiu menos que no resto do mundo em 2010, diz Ernst & Young. Mas serviço é visto como caro e ruim

Os consumidores brasileiros confiam mais em seus bancos do que a média mundial, mas não são fiéis a suas instituições e acham que os serviços oferecidos são caros e ruins. Pesquisa global da Ernst & Young mostra que, no ano passado, 44% dos entrevistados no mundo afirmaram que sua confiança nos bancos diminuiu. No Brasil, esse percentual foi de 18%.

Apesar disso, a infidelidade ainda é marca constante na relação entre clientes e bancos brasileiros. A média global indica que 59% dos entrevistados possuem contas em dois ou mais bancos. No Brasil, esse índice sobe para 66%. Essa tendência se repete em outros mercados emergentes, como a China (96%) e a Índia (88%).

A questão da fidelidade fica clara quando se analisa o número de entrevistados que disseram já ter trocado ou que está planejando trocar de banco. No Brasil, esse índice chega a 47%, acima dos níveis encontrados em outros mercados emergentes, como na Índia (24%) e na China (40%).

A qualidade dos serviços oferecidos é a maior causa de insatisfação por parte dos clientes bancários – razão citada por 48% dos consumidores de todo o mundo como principal motivo para planejarem trocar de instituição. Em segundo lugar aparecem os preços, apontados por 43% dos entrevistados como principal motivo para essa possível mudança. Outras razões para deixar uma instituição bancária e ir para outra incluem ofertas de produtos, proximidade e falta de confiança.

Veja também:


“Essa situação se explica num primeiro momento por fatores históricos, já que tanto a existência da conta salário quanto o processo de consolidação dos grandes bancos acabaram fazendo com que as pessoas, naturalmente, tivessem contas abertas em vários bancos”, acrescenta em nota Rodrigo Dantas e Silva, sócio de consultoria para o mercado financeiro da Ernst & Young Terco. “O desafio para os bancos fica ainda mais complexo porque os clientes não fecham as contas antigas, mas simplesmente mudam seu banco de preferência. Como a mudança é comportamental e não necessariamente explícita, a gestão dos bancos precisa ser muito mais sofisticada para poder atuar de maneira efetiva.”

Realidades diferentes

Para produzir o relatório, a multinacional de auditoria e consultoria conduziu uma pesquisa global com mais de 20,5 mil consumidores de bancos de varejo, para avaliar o que pauta as relações com seus bancos.

“Os índices de confiança caíram de forma significativa em países profundamente afetados pela crise financeira de 2008. Nos EUA, por exemplo, 55% dos entrevistados acreditavam menos em seus bancos em 2010 do que no ano anterior. Na Europa, o Reino Unido viu a maior queda da confiança dos consumidores: 63%. Isso é reflexo direto das dificuldades de instituições financeiras nesses países”, diz Dantas.

Já nos mercados emergentes, que sentiram menos os efeitos da crise econômica mundial, a percepção foi bem diversa. Além do Brasil, 75% dos entrevistados na Índia disseram, em 2010, que confiavam mais em seus bancos do que no ano anterior. Na China, esse número ficou em 23%, enquanto que 47% afirmaram que a confiança não teve impacto da crise.

“Nos mercados emergentes, onde os efeitos da crise foram menos sentidos, a confiança no setor foi reforçada. No Brasil, tal situação provavelmente se verificará novamente agora, neste novo cenário de turbulência global, o que reforça o alerta para os bancos: é necessário tratar não somente da gestão eficiente de capital e custos, mas ao mesmo tempo investir fortemente na melhora da experiência do consumidor”, afirma Rodrigo Dantas.

Reputação é tudo

A imagem e a reputação de uma instituição foram os fatores identificados como mais importantes para a confiança - tiveram uma média de 4,5 de um total de 6 – quando os entrevistados foram perguntados sobre o que é importante para uma relação bancária de sucesso. Uma marca forte é particularmente importante em mercados como Índia, América Latina e África do Sul. Em todos eles, mais de metade dos participantes disseram que uma marca forte é uma característica-chave na escolha de seu principal banco.

Encontrar uma maneira efetiva para entregar um serviço personalizado para consumidores será um importante item de sucesso nos próximos anos. Enquanto o internet banking (83%) e os caixas eletrônicos (79%) são as ferramentas de relacionamento que os clientes mais aprovam atualmente, a satisfação com as centrais de atendimento é bem mais baixa (44%).

“No Brasil, todas as principais instituições têm marcas fortes. Para realmente se diferenciarem e terem vantagens competitivas relevantes, os bancos precisam se ‘reconectar’ com sua base de consumidores, melhorando sua experiência em todas as operações bancárias. Alguns têm testado novas ferramentas, como serviços em dispositivos móveis, mas há uma demanda por mais qualidade, nível de atenção e personalização em todos os canais, com destaque para call centers e agências”, diz o executivo.

Ou seja, os consumidores pedem por serviços mais personalizados para continuarem leais a seus bancos. “As instituições de sucesso no futuro serão aquelas que oferecerão serviços inovadores focados no consumidor. Os que o fizerem serão capazes de se diferenciar e crescer”, afirma o sócio da Ernst & Young Terco.

Calçadas verdes facilitam o escoamento da água

Juliana Fontanella

Toda a vez que chove muito a enxurrada passa varrendo com força as ruas e calçadas. O fenômeno acontece principalmente porque a água não é escoada e se acumula na superfície. Em Maringá, o problema se agrava por causa da geografia plana, do tipo de solo e da quantidade de resíduos (folhas, lixo, etc.) que entopem a entrada das galerias por onde a água deveria passar.

O arquiteto José Vicente Alves do Socorro, da Secretaria de Planejamento Urbano da Prefeitura de Maringá, explica que, apesar da área verde abundante, o solo do tipo argiloso só absorve a água da chuva até um certo limite, como uma esponja, por isso a água se acumula também sobre a terra e aumenta a vazão da enxurrada.







"Na área central, a mais plana da cidade, a água se acumula rapidamente e, para minimizar o problema, as calçadas permeáveis são uma das soluções".

Notícias Relacionadas

04/09/2011 02:00:00

Piso ecológico está em estudo

Neste sistema construtivo, a calçada se parece com qualquer outra, a diferença é que entre o solo e a superfície há uma camada de pedra brita, recurso que permite que o excesso de chuva penetre no solo, sendo escoado depois lentamente para as galerias pluviais.

As calçadas e pisos verdes facilitam o escoamento da água, contribuem para uma menor variação de temperatura, miniminizam os riscos e a intensidade de alagamentos, além de conferirem um belo efeito no paisagismo local.

Vale lembrar que em Maringá é obrigatória a construção de calçada ecológica (composta por área permeável/terra e grama e concreto) desde 1999. Além de ajudar no escoamento da água, a calçada ajuda a embelezar a cidade.

A legislação municipal relacionadas à permeabilidade do pavimento está em debate e deve ser revisada em breve, mas vale destacar que a pavimentação permeável sozinha não resolve o problema - a população precisa ajudar.

Para isso é necessário recolher folhas e lixo que entopem as bocas de lobo, respeitar a legislação, que prevê a manutenção de pelo menos 10% de área permeável em todo o terreno (o ideal seria de 15% a 30%) e, finalmente, optar por sistemas e pavimentação permeável na hora de construir calçadas e pisos.

Maringá ecologia

A Lei Complementar 335/99 que disciplina as calçadas ecológicas pode ser consultada no site www2.maringa.pr.gov.br. Clique primeiro em MAPAS (ícone laranja) e depois, na seção LEIS, no ícone LC335-2010 - Todas as Alterações.

Fonte: http://maringa.odiario.com/imoveis/noticia/482736/calcadas-verdes-facilitam-o-escoamento-da-agua/ 09/09/2011 – 20hs45min.

Governo publica novas regras para uso do FGTS na compra de imóvel popular

Foram publicadas nesta terça-feira (6), no Diário Oficial da União, as novas diretrizes para a utilização de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em financiamentos de imóveis da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida.

De acordo com a resolução, publicada pelos Ministérios das Cidades, Fazenda e Planejamento, Orçamento e Gestão, o FGTS poderá ser utilizado para aquisição de imóveis por famílias com renda mensal bruta de até R$ 3.100.

A operação de crédito com recurso do fundo poderá ser cumulativa com subsídios concedidos no âmbito de programas habitacionais dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios, observadas as normas que regem os programas de aplicação do FGTS, referentes à área orçamentária de Habitação Popular.

Valor

A subvenção econômica fica limitada a 17,5% dos valores totais dos descontos habitacionais concedidos com recursos do FGTS, definidos em regulamentação específica, e será concedida com o objetivo de:

Facilitar a aquisição, produção e requalificação de imóvel residencial;Complementar o valor necessário a assegurar o equilíbrio econômico-financeiro das operações de financiamento realizadas pelas entidades integrantes do SFH (Sistema Financeiro da Habitação).

CEF

A portaria ainda define as funções exercidas pela Caixa Econômica Federal, que será responsável pelo controle e prestação de contas da aplicação dos recursos, e pela disponibilização de dados e informações, na forma e periodicidade que venham a ser solicitados.

Além disso, a CEF receberá mensalmente 0,5% de cada parcela das subvenções repassadas, a título de remuneração pelas atividades de gestão operacional.

Minha Casa, Minha Vida

Apenas no primeiro semestre de 2011, o programa recebeu R$ 1,998 bilhão em recursos do FGTS. Com o valor liberado, serão contratadas cerca de 122 mil unidades de moradias, destinadas a cerca de 500 mil brasileiros e gerando empregos para mais de 520 mil trabalhadores.

Informações: Portal Infomoney (http://www.infomoney.com.br/)

Fonte: http://maringa.odiario.com/imoveis/noticia/487176/governo-publica-novas-regras-para-uso-do-fgts-na-compra-de-imovel-popular/ 09/09/2011 – 20hs37min.

Pesquisa Corretor de Imóveis / Cliente.

Respondam por favor!
Pois está pesquisa após feita será publicada a todos.
Obrigado
Alexandre A. Martins


A finalidade desta pesquisa é para saber o grau de confiabilidade entre o cliente em relação ao corretor de imóveis.


1)     Qual sua Idade?



2)     Masculino (    )   Feminino (    )


3)     Qual seu grau de instrução

  (   ) Ensino Fundamental

(   ) Ensino Médio

                (   ) Ensino Superior

                (   ) Ensino Técnico

4)     Quando  você precisou de um corretor de imóveis pela última vez?

a)     (   ) Menos de 01 mês

b)     (   ) Há mais de 01 mês

c)     (   ) Há 06 meses

d)     (   ) Há um 01 ano

e)     (   ) Mais de 01 ano

f)      (   ) Nunca precisou

5)     O Corretor de Imóveis estava apto em atendê-lo.

a)     (   ) Não tinha nenhuma aptidão

b)     (   ) Apto e atencioso.

c)     (   ) Pouco apto em me atender

d)     (   ) Outros. Explique?.............................................................................................................
 

6)     O Corretor de Imóveis teve uma boa conduta em demonstrar um produto ou serviço?

a)     (   ) Não tinha nada disso.

b)     (   ) Teve uma boa conduta profissional.

c)     (   ) Teve somente na demonstração do produto.

d)     (   ) Teve somente na demonstração do serviço.

7)   Você poderia diferenciar o que é ética e conduta profissional!

a)     (  ) Ética é uma palavra onde todos adoram usar, mas nem conhecem e se tem o conhecimento não aplica.

b)     (   ) Ética e Conduta são apenas estudo de uma filosofia já ultrapassada.

c)     (   ) Ética é o estudo da conduta humana. Conduta é como o profissional deve agir.

8.     Que Nota você daria ao atendimento prestado nas imobiliárias?

 Lembrando Que:

 0 a 3   (Péssimo)        (    )

 4 a 6   ( Regular)         (    ) 

 7 a 9    ( Bom )             (    )

   10      (Ótimo)             (    )



Está pergunta é um desafio criativo a você:
 

9)   O que é mais importante a Imaginação ou Conhecimento?

a)     (    ) Imaginação.

b)     (    ) Conhecimento.

c)     (    ) Sem Imaginação não há Conhecimento.

d)     (    ) Não tem nada haver.

Total de visualizações de página