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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

MRV abre vagas para 70 corretores de imóveis

Candidatos devem ter ensino médio completo
29/11/2011 - 07:11


A MRV Engenharia está buscando profissionais com ensino médio completo para 70 vagas na função de corretor de imóveis, em Ribeirão Preto. Os profissionais serão responsáveis pela negociação de apartamentos e casas em pré-lançamento, lançamento e imóveis prontos.

Para concorrer a uma das vagas, é necessário enviar currículo para o e-mail mrvcontrata@gmail.com.


Pesquisa: 40% dos corretores de imóveis em São Paulo têm mais de 40 anos

O levantamento também constatou que entre os corretores autônomos, 58% são homens e 42%, mulheres.
Por Redação Administradores, www.administradores.com.br


A empresa Lello, do segmento de administração imobiliária, realizou pesquisa sobre o perfil e experiência dos corretores que intermediam a venda de imóveis comerciais e residenciais na cidade de São Paulo.

Entre os corretores autônomos, 58% são homens e 42%, mulheres. A faixa etária predominante é acima de 40 anos de idade, que representa 40% do total. Os que têm acima de 50 anos de idade representam 25%, ou um em cada quatro.

A alta escolaridade predomina entre os corretores de vendas de imóveis, dos quais 60% possuem curso superior completo, sendo que 9% fizeram alguma pós-graduação. Outros 12% têm curso superior incompleto ou estão fazendo faculdade, 8% possuem curso técnico e 20% completaram o ensino médio.

Entre os corretores com formação superior, 30% fizeram Administração de Empresas, 17% cursaram Ciências Contábeis, Economia ou Matemática, 15% fizeram Direito e outros 8%, Comunicação Social. Há, ainda, profissionais de diversas outras áreas, como químicos, pedagogos, engenheiros, professores, biólogos, arquitetos e até veterinários, entre outros. A pesquisa foi realizada com cerca de 150 corretores da empresa.

"O perfil é bastante heterogêneo, com pessoas de diversas profissões e formações, mas predominantemente maduro e experiente. E como o mercado imobiliário está aquecido, muitas pessoas estão entrando nesse setor, atraídas pela possibilidade de ganhar boas comissões", diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis.

Segundo ela, o profissional que deseja ser corretor precisa ter registro junto ao Creci (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), credenciamento que só é obtido após a conclusão de um curso sobre técnicas de transações comerciais.

"É fundamental que o profissional tenha conhecimentos de técnicas de negociação e vendas, direito imobiliário, matemática financeira, engenharia, arquitetura, topografia, informática e, principalmente, tenha bom jogo de cintura e saiba se relacionar com as pessoas. Além, é claro, de se atualizar constantemente sobre as mudanças do mercado imobiliário", diz Roseli.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/pesquisa-40-dos-corretores-de-imoveis-em-sao-paulo-tem-mais-de-40-anos/50221/ - 29/11/2011

Corretor faz publicidade ilegal em postes da Tancredo Neves

Terça, 29 de Novembro de 2011

por Rafael Rodrigues



O corretor Arthur Pimentel, de registro no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-BA) número 12.313, decidiu anunciar seus imóveis em peças publicitárias afixadas nos postes da região da Avenida Tancredo Neves, um uso do espaço público que infringe o Decreto Municipal nº 12.642/2000, texto regulador da exibição de publicidade na capital. A infração é passível de autuação e multa por parte da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom). O órgão municipal, consultado pelo Bahia Notícias, reconheceu haver ilegalidade na peça e informou a este site que enviará agentes ao local para retirá-la. O responsável pela publicidade, o corretor Arthur Pimentel, deverá ser autuado. Segundo a Sucom, o uso de postes para propaganda somente é liberado em casos de eventos socioculturais, após prévio licenciamento.



Apolar premia corretores neste natal

A Apolar Imóveis está com uma campanha de final de ano que vai premiar em dinheiro os mais de 700 corretores da rede que conta com mais de 70 franquias no Paraná, Santa Catarina; além das conexões São Paulo, Miami e Paris.

Com a campanha Nova Parceria de Natal, para cada R$ 100.000,00 de venda, o corretor de imóveis credenciado e prestando serviços para uma das
franquias Apolar ganha R$ 500,00. Se vender R$ 200.000,00 ganhará R$ 1.000,00; e assim, sucessivamente.

A
promoção é válida para as vendas realizadas no período de 20 de novembro a 20 de dezembro, depois de celebrado a assinatura de contrato e para imóveis angariados a mais de 45 dias antes da campanha. A entrega dos prêmios será realizada pela Apolar a partir de 21 de dezembro.
Sobre a Apolar Imóveis:
Com 42 anos completados em outubro, a Apolar Imóveis é pioneira em franquias imobiliárias no país e conta com mais de 1.000 colaboradores. 100% paranaense, a
empresa é referência em negócios imobiliários com segurança e agilidade.



Cidade deve fechar 2011 com 3 mil projetos imobiliários aprovados

Mas para especialista, a valorização de imóveis está perto do limite O mercado imobiliário de Ribeirão Preto deverá fechar 2011 aquecido. Nos dez primeiros meses desse ano, a Prefeitura aprovou 2.593 novos projetos de construções. Nesse ritmo, até o fim de dezembro serão cerca de 3 mil.

A expectativa é que em 2012 esse número seja ainda maior. O governo anunciou o aumento da faixa de renda das famílias que podem financiar pelo programa Minha Casa Minha Vida. Nas cidades com mais de 250 mil habitantes, o teto de rendimentos passa de R$ 4,9 mil para R$ 5,4 mil.

“Consequentemente aumenta bastante o número de famílias que possam adquirir esse financiamento”, conclui o corretor de imóveis Geraldo Dantas de Araújo.
A gerente comercial Graziela Dias, conta que o lançamento no qual trabalha mal saiu da maquete e a maioria dos apartamentos já foi comercializada. “Esse (empreendimento) daqui a gente lançou no inicio de outubro e em dois meses a gente já está com 70% vendido. Então a demanda por imóvel é muito grande ainda”, relata.

Para o dono de imobiliária Elizeu Rocha, o "boom" de lançamentos influencia no preço dos imóveis usados. “Aquela pessoa que comprou o imóvel na planta em 2009, em 2011 está recebendo essa mercadoria. Aquele outro que compra exclusivamente para morar, que já tem o imóvel usado, ele acaba desfazendo (desse imóvel usado), então ele coloca no mercado para vender e nesse momento vem a grande oferta. Se vem uma grande oferta cai também um pouquinho o preço”, afirma.

Para o administrador Dirceu Tornavoi de Carvalho, o melhor momento para comprar um imóvel já passou, apesar do mercado continuar aquecido. Mesmo assim, Carvalho considera o investimento em habitação como um bom negócio, levando em conta a segurança. “Se você tem os preços já num patamar alto, realizar lucro com esses valores altos fica mais difícil, mas é uma reserva de capital, é um patrimônio de raiz e tem muita gente que se interessa mais pela segurança do que pela rentabilidade do investimento”, diz.

Saiba quais são os imóveis usados mais requisitados do mercado

Apartamentos lideram preferência na compra, mas casas são as mais procuradas por quem quer alugar.
São Paulo - Quando se trata de comprar um imóvel usado, os apartamentos acima de R$ 200 mil são os preferidos. Já quando o caso é alugar, as casas com aluguel até R$ 1.000 lideram. Pelo menos, essa é a preferência do mercado na cidade de São Paulo, de acordo com pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci-SP) com 448 imobiliárias da cidade, em setembro.

Na ocasião, dos 246 imóveis vendidos, 160 (65,4% do total) eram apartamentos e 86 (34,96%), casas. Imóveis com valor superior a R$ 200 mil corresponderam a 57,08% dos negócios e mais da metade dos compradores (53,72%) recorreu ao financiamento bancário para pagar a aquisição. Vendas à vista corresponderam a 42,56%, parceladas pelos proprietários, a 2,48% e por meio de consórcio, a 1,24%.

As casas, por outro lado, foram as preferidas dos novos inquilinos - dos 879 imóveis alugados, 469 unidades (53,36% do total) eram casas. Os apartamentos representaram 46,64% das novas locações, com 410 unidades. Os imóveis com aluguel mensal de até R$1.000,00 concentraram 59,17% do total de novos contratos.

A maior parte das locações teve o fiador como garantidor do contrato (47,12%), seguido do depósito de três meses do aluguel (28,8%), do seguro fiança (22,35%), da caução de imóveis (1,15%), da locação sem garantia (0,46%) e da cessão fiduciária (0,12%).

Em um mês, entre agosto e setembro, a média geral de preços dos imóveis usados negociados pelas imobiliárias subiu 6,6%. No acumulado do ano, porém, o valor médio dos usados acumula queda de 2,51% para uma inflação de 7,31% medida pelo IPCA do IBGE.

O preço de imóvel usado que mais aumentou em setembro na cidade foi o das casas de padrão médio com tempo de construção entre 8 e 15 anos e situadas na Zona E, onde estão agrupados bairros como Brasilândia, Campo Limpo, Grajaú e Itaquera - local onde está sendo construído o estádio do Corinthians que vai sediar a abertura da Copa do Mundo 2014. O metro quadrado desse tipo de imóvel subiu 74,23%, passando de R$ 1.501,82 em agosto para R$ 2.616,67 em setembro.

O imóvel que ficou mais barato entre todos os pesquisados, foram os apartamentos de padrão médio com mais de 15 anos de construção e situados em uma zona de maior valor, a D, que reúne bairros como Belém, Bom Retiro, Brás e Butantã. O preço médio caiu 19,89%, de R$ 3.985,98 em agosto para R$ 3.193,16 em setembro.

O aluguel que mais aumentou, por sua vez, foi o de casas de 3 dormitórios situadas em bairros como Aclimação, Brooklin e Cerqueira César, reunidos na Zona B. O aluguel passou de R$ 1.050,00 em agosto para R$ 2.755,56 em setembro - alta de 162,43%. O aluguel que mais baixou foi o de casas situadas também nessa Zona de Valor, mas com 1 dormitório - o aluguel médio caiu 40%, de R$1.066,67 em agosto para R$640,00 em setembro.



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sucesso na organização do orçamento

Fonte: O POVO Online/OPOVO/Ec
Um corretor de imóveis que quitou as dívidas e uma empresária racional com o consumo. O que eles têm em comum? Conheça a história de quem organiza no papel, todo mês, as despesas para evitar entrar no vermelho
Ele vendeu os dois carros e passou a andar a pé a fim de quitar dívidas. Casado, pai de três filhos, o corretor de imóveis Abílio Elias, 57, é hoje modelo de organização financeira. O conforto atual foi, um dia, aperreio.

Após seis anos liderando uma atividade comercial de produtos de confecção infantil, que inclusive chegou a exportar para outros países, Abílio sofreu calote de compradores. “Hoje aconselho aos lojistas terem cuidado com cartão de crédito e evitem receber o cheque de toda forma possível. Vender, para não receber, é melhor deixar a mercadoria guardadinha”, orienta.

Foi mais de um ano para pagar os débitos. Na época, para sair do vermelho, os hábitos familiares do corretor tiveram de ser revistos. Comprava peixe toda semana na Beira-Mar. Deixou de ir. Jantava fora e gastava entre R$ 50 e R$150. Passou a fazer compras dos ingredientes para cozinhar em casa.

“Essa época, foi um sacrifício deixar de comer para sustentar e pagar colégio de filho. E ainda não podia transparecer para eles as dificuldades que gente passava”, lembra o ex-endividado.

Hoje, Abílio diz que “graças à organização” conseguiu pagar as dívidas. Há quatro anos, não usa mais cartão de credito nem cheque. Paga tudo no débito em conta. Com o tempo, conseguiu comprar três carros, a casa própria e já viajou duas vezes para a Europa. Investe em previdência privada. Faz aplicações. O segredo? Ter metas, conciliar ganhos com gastos, colocar as despesas na ponta do lápis todo mês e reservar um percentual do salário para depositar na poupança.

“O que importa é que estou feliz porque meus filhos estão bem. O que nós temos de fazer é deixar de viver de aparências. Precisamos viver a realidade”, alerta. Abílio afirma que procura sempre conversar com os filhos para que ele se programem e não sofram no futuro.

O corretor observa que o objetivo é trabalhar e ser feliz, mantendo a qualidade de vida. “A vida não é só morrer de trabalhar. Só se consegue a felicidade poupando, tendo olhos japoneses, meio fechadinhos. O ideal é evitar ceder ao impulso para não acabar vivendo de ilusão e ficar totalmente endividado”, adverte.

Necessidade X desejo

Delane Sampaio, 45, empresária, nunca ficou endividada. Ela tinha noção de que não deveria gastar tanto, mas não tinha o controle. “É arriscado só ter a noção. Eu achava que estava ganhando bem e gastando razoável. Pensava que sempre teria dinheiro sobrando. Ficava tranquila. Mas a gente consome muito, coisas que nem precisa”. Delane se considera uma pessoa “altamente consumidora”, tanto que antes de começar a se organizar financeiramente, andava com oito cartões de crédito.

O contador e mestre em finanças, Marcílio Nascimento, pontua que as pessoas deveriam levar em conta, no hábito de consumir, o que distingue o supérfluo do necessário: “O consumidor deve distinguir entre o que ele realmente precisa, daquilo que deseja. Nossos desejos são ilimitados, mas as necessidades têm limite”.

Saiba mais

Guardar 10% do salário

Louise Porto Freire, consultora de finanças pessoais, aconselha o depósito de 10% do salário na poupança, seja empregado com ou sem salário fixo.

Acumular parcelas. “Se toda compra você parcela e você acumula dez parcelas de R$ 50, saiba que vai passar três meses com despesas fixas de R$ 500, mesmo sem pagar nada naquele mês. O que fazemos todo mês não é bom parcelar. Deixe para parcelar coisas mais caras que pesariam muito no orçamento”, alerta Louise.

Como

ENTENDA A NOTÍCIA

Mais difícil do que manter um baixo padrão de vida é voltar a ter um baixo padrão de vida. Cortar regalias e alguns gastos é necessário para obter boa relação com as contas. É preciso tomar a decisão e realizar as ações.

Juliana Diógenes

sábado, 26 de novembro de 2011

Mais de 2 mil unidades ofertadas em Feirão de Imóveis da Direcional

25 Nov 2011 . 19:23 h . Anayra Benevides . portal@d24am.com
Segundo Tony Bitar, gerente comercial da Direcional, o Feirão faz parte da meta de fechamento para fim do ano.



Manaus - Na manhã desta sexta-feira, no terceiro piso do Manaus Plaza Shopping, a Direcional Engenharia abriu as portas para o show de ofertas "Feirão Zero". Mais de duas mil unidades de apartamentos serão ofertadas até às 22h deste domingo (27).

Segundo Tony Bitar, gerente comercial da Direcional, o Feirão faz parte da meta de fechamento para fim do ano.

"O Feirão é a nossa última tacada para o fim deste ano. Estamos mantendo o preço e ainda temos uma ótima oferta: quem comprar um imóvel hoje, sábado ou domingo, ganha uma cozinha modulada e linha branca, todos de marca Dellano", disse.

Empreendimentos com condomínios fechados, de dois e três quartos, como Brisas do Parque, no Parque das Laranjeiras, Allegro Residencial e o Total Ville Manaus, ambos na Torquato Tapajós, estão sendo vendidos com isenção da entrada.

Para a consultora de vendas Deise Azevedo, o Feirão estimula a aquisição do primeiro imóvel. No entanto, ela afirma que a burocracia impede que muitos realizem o sonho da casa própria.

"Essas facilidades que oferecem são, na verdade, estímulos. A gente tem que meter a cara e nos programar para pagar as parcelas. Estou tentando coprar meu apartamento, já as condições de pagamento estão bem acessíveis. O ruim é quando você tem dinheiro mas não pode comprar por causa de toda as questões burocráticas que envolvem a compra", explicou.

Para Joice Moreira, a qualidade, o valor e a localidade do imóvel pesa muito na hora da escolha. "Não podemo ser pessimistas e achar que não vamos conseguir pagar. Ando pesquisando os preços, e observo também onde o imóvel está situado, se é bom. Essas coisas", disse.

No estande do Feirão Zero, situado no terceiro piso do Plaza Shopping, oito imóveis, de média e alta classe, estão sendo vendidos. A meta é atender até 15 mil pessoas até domingo, sendo a maior parte do púbico-alvo classe média e econômica.

Quatro imobiliárias participam das vendas, disponibilizando cerca de 500 corretores para atender os consumidores. Estes,segundo Tony, atualmente investem em imóveis com fim de moradia, e não investimento, como ocorria tempos atrás.

"Teve um momento em que os compradores visavam mais o investimento. No entanto, percebemos que aumentou compra de imóveis com fim de moradia", ressaltou.

Cofeci ganha prêmio por incentivo às relações globais no maior evento imobiliário mundial

A NAR concedeu o prêmio Global Outreach Award à entidade pelas ações que visaram aproximar o corretor de imóveis brasileiro do mercado imobiliário mundial.
O Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci) participou de um momento histórico durante o Realtors Conference & Expo. A National Associaton of Realtors (NAR), organizadora do evento, concedeu à entidade brasileira o prêmio anual “Global Outreach Award” (Prêmio Global de Divulgação), pelos resultados obtidos com a campanha de extensão das parcerias internacionais.

No decorrer de 2011, o Cofeci buscou através de várias iniciativas, aproximar o corretor de imóveis brasileiro do mercado imobiliário mundial.

Ações estratégicas

O evento “Corretor Global”, realizado em algumas das principais cidades do país, como Rio de Janeiro, Brasília, Natal e São Paulo, foi uma iniciativa que teve como objetivo facilitar o ingresso dos corretores de imóveis brasileiros no mercado internacional. No decorrer deste ciclo de eventos, mais de 400 profissionais brasileiros se inscreveram como membros internacionais da NAR.

Outro destaque para as ações do Cofeci foi a iniciativa de lançar as bases de um futuro Instituto de Lideranças, destinado a revelar e desenvolver líderes do setor no Brasil. O primeiro passo já foi dado com a realização do evento Leadership Forum, ocorrido em Brasília (DF), no mês de junho, no qual reuniu os líderes do mercado imobiliário nacional e internacional, com presença do presidente da NAR, Ron Phipps.

Potencializar estas ações e aproximar o corretor de imóveis brasileiro do mercado imobiliário internacional só foi possível graças à extensão das parcerias internacionais realizadas com diversas entidades do setor, entre elas: National Association of Realtor (NAR); Confederação Imobiliária da Língua Oficial Portuguesa (CIMLOP); Confederação do Mercado Imobiliário do Mercosul (CIME); Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP); Associação Mexicana de Profissionais Imobiliário (AMPI); Agência Del Demano (Itália), entre outros.

A premiação foi realizada durante a “International Night&Out Ceremony”, a noite de gala do evento. O prêmio foi entregue ao diretor do Cofeci Sérgio Waldemar Sobral, que na ocasião representou o presidente da entidade João Teodoro da Silva. O evento também contou com outros integrantes da comitiva brasileira, como o Vice-Presidente de Relações Internacionais do COFECI, Waldemir Bezerra de Figueiredo; Assessor da Presidência para Relações Internacionais, Francisco Rodolfo Pesserl; e o Assessor da Presidência para Tecnologia, Alessandro Ricardo Stüpp, o primeiro brasileiro que irá a cursar a “Leadership Academy” nos EUA, em 2012, no qual apenas 17 de 2.000 candidatos foram selecionados.

Realtors Conference & Expo

O Realtors Conference & Expo, ocorreu dos dias 11 a 14 de novembro, na cidade de Anaheim, Estado da Califórnia, Estados Unidos e é considerado o maior evento do setor imobiliário mundial. Promovido pela National Association of Realtors (NAR), o encontro reuniu este ano mais de 19 mil profissionais, incluindo as comitivas de 46 dos 60 países que a entidade americana mantém relacionamento. Destaque para a comitiva brasileira, que durante os quatro dias, levou informações exclusivas sobre as expectativas e oportunidades no mercado imobiliário brasileiro para aqueles que visitaram o Espaço Brasil no Internacional Second Home Resort Pavillion.

A próxima edição ocorrerá entre os dias 8 a 12 de Novembro de 2012 em Orlando, Flórida.

SP: diária de imóveis no litoral está até 47,17% mais cara para o período de festas

24 de novembro de 2011 • 15h53min. Por: Fabiana Pimentel
SÃO PAULO - Levantamento divulgado pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quinta-feira (24) mostra que os valores diários de locação de imóveis na praia para o Natal e Réveillon estão até 47,14% mais caros neste ano.

Segundo a pesquisa, realizada com 47 imobiliárias de 10 cidades paulistas, essa variação corresponde à maior diferença de preço, verificada na locação de apartamentos de dois dormitórios no litoral Norte, onde as diárias estão cotadas em R$ 515, frente aos R$ 350 do mesmo período do ano passado.

Preços
O aluguel diário mais barato para o feriado de Ano Novo é o de uma casa de dois cômodos localizada em cidades do litoral Central, como Guarujá e Santos. A diária está cotada a R$ 175, em média, valor 41,67% mais barato que os R$ 300 do ano passado.

Já o aluguel diário mais caro para o Réveillon está no litoral Norte, em praias como Ubatuba e Caraguatatuba: são R$ 1.702,68 por dia de locação das casas de 4 dormitórios, um aumento de 13,99% em relação aos R$ 1.493,69 cobrados no ano passado.

Já no litoral Sul, dos sete tipos de imóveis pesquisados, todos estão com valores maiores em relação ao Réveillon do ano passado.

"É efeito das reformas urbanísticas feitas nas orlas das praias dessas cidades nos últimos anos, da melhoria da balneabilidade das praias e do reforço nos serviços de segurança e infraestrutura em geral", afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto.

Segundo Viana, o litoral Sul cada vez mais se transforma em opção para as saturadas praias do Norte e do Centro, "tanto que atrai crescente número de empreendimentos de grande porte e prédios luxuosos, valorizando o mercado imobiliário em geral e dando aos moradores e aos veranistas uma nova perspectiva de lazer e moradia à beira-mar".

Menores diárias estão no Sul
De acordo com o Creci-SP, mesmo havendo predomínio de altas na comparação com o ano passado, as diárias mais baratas para o feriado da virada do ano estão no litoral Sul, à exceção dos apartamentos tipo quitinete, que estão mais baratos no litoral Central.

No segmento de casas, em cidades como Praia Grande e Peruíbe, as opções vão de R$ 226 (1 dormitório) a R$ 716,67 (4 dormitórios). As de três dormitórios estão cotadas a R$ 600.

Solidez que gera quase 1,9 mil empregos diretos

Economia
sexta | 25/11/2011 18:10:00

Textos: Lily Farias Fotos: Rodrigo Medeiros

Há 18 anos a Criciúma Construções vem se consolidando no mercado e se destaca pela inovação e qualidade no trabalho. A fórmula deste sucesso quem tem é o empresário Rogério Cizeski, diretor presidente da empresa, que se sente em plena sintonia com o setor imobiliário.

Para dar início à Criciúma Construções, ele teve que abrir mão de seu trabalho como corretor de imóveis e partir para um novo mundo. Sua visão empreendedora e experiência na área econômica foram suportes para um futuro promissor a quem só precisava de uma oportunidade.

"O mercado imobiliário andava a 100 quilômetros por hora e os corretores a 60. Existia um vácuo no mercado e na área da construção civil não dá para medir o tamanho desse vácuo. Foi preciso aliar coragem à sabedoria, fatores que deram certo. E o principal, sintonia com o mercado, é isso que nos credencia a entrar em qualquer negócio", declara o empresário.

Tanto deu certo que hoje a empresa atua em cidades como Criciúma, Florianópolis, Joinville, Içara, Cocal do Sul, Siderópolis, Morro da Fumaça, Jaraguá do Sul, Araranguá, Laguna, São Joaquim, Forquilhinha, Braço do Norte, Chapecó, Itajaí, Tubarão e Guaramirim. E também no Rio Grande do Sul, nos municípios de Torres, Novo Hamburgo, Gravataí e Canoas. Ao todo, são 125 prédios e 30 loteamentos.

Residencial Ecovillage: Uma cidade dentro de outra cidade

A grande aposta da Criciúma Construções é o residencial Ecovillage, que terá 1.184 unidades distribuídas em 39 blocos com capacidade para até 4 mil moradores. Localizado no Bairro Vila Rica, na Grande Próspera, o empreendimento tem previsão de conclusão para 2015. O diretor da empresa afirma que o preço é acessível a todos, custa cerca de R$ 90 mil a R$ 100 mil.

O condomínio será fechado e terá segurança para toda família, com apartamentos de um, dois e três dormitórios, com ou sem suíte. Entre as vantagens, de acordo com Cizeski, estão área de lazer com quiosques e churrasqueiras distribuídos ao longo do condomínio. Haverá um salão de festas reservado para cada um deles.

"Os apartamentos contam com uma academia ao ar livre, ciclovia, praça com quadras de esportes e pista de caminhada em volta das áreas de lazer em cada bloco, lago, horta comunitária, compostagem de lixo, além da própria estrutura interna do condomínio, que terá um supermercado e um centro comercial exclusivo dos moradores", acrescenta o empresário.

Segurança e bem-estar aliados a um bom preço

A Criciúma Construções está desenvolvendo o projeto para a construção do Residencial La Villette, um condomínio fechado com 850 unidades, contendo academia, piscina, salão de festas e quadra esportiva.

Para Cizeski, a vantagem deste empreendimento é que ele oferecerá maior segurança, pois terá um portal de entrada com controle de todas as pessoas que entram no condomínio. "O valor do imóvel fica em torno de R$ 90 mil, podendo ser parcelado até a entrega das chaves e, depois disso, ser financiado pelo banco de preferência do cliente. As casas serão geminadas, com dois e três dormitórios", diz.

Responsabilidade socioambiental

O consumo responsável e a preservação ambiental são preocupações constantes nos projetos da Criciúma Construções. Entre edifícios com estação de tratamento de efluentes e reservatório de água das chuvas, praças arborizadas, participação em projetos ambientais, como Ecoponto e programas de recolhimento de lixo tecnológico, a empresa faz sua parte para contribuir com o meio ambiente.

"Trabalhamos sempre pensando no futuro, para cada lote, temos pelo menos uma árvore plantada. Em toda Criciúma, adotamos 17 praças, todas bem cuidadas, recebendo manutenção frequentemente", esclarece Cizeski.

"Descentralização urbana é a solução para o desenvolvimento"

Um dos grandes desafios de Criciúma, na opinião de Cizeski, é organização da mobilidade urbana. Com a grande quantidade de carros que transitam pelas ruas diariamente, há muita insatisfação por parte dos empresários e da comunidade em geral. A solução, para o empresário, é a descentralização urbana, e Cizeski garante que criar soluções de transporte não é suficiente. Sua contribuição para o desenvolvimento local foi a implantação de áreas industriais, que, segundo ele, tende a expandir a economia local.

Os 65 hectares oferecidos pela construtora têm capacidade para abrigar 50 empresas de pequeno, médio e grande porte. Uma das formas que Cizeski encontrou de atrair empresas à região foi doar parte dos terrenos localizados na área industrial.

Atualmente, Cizeski espera a chegada de uma empresa internacional, conhecida no mercado como o segundo maior fabricante de computadores do mundo. O novo empreendimento vai se instalar na Mina Visconde. "Ainda não tem uma data exata, mas posso afirmar que é logo. A exemplo desta empresa, estão vindo outras de grande porte. A ideia é criar um polo industrial em uma área residencial, contribuindo sempre para o desenvolvimento de Criciúma", explica o diretor.

Estratégia de marketing é apostar no esporte

Com a intenção de entrar mais facilmente nas cidades e ganhar grande projeção, a Criciúma Construções aposta no investimento de apoio aos times de futebol, aproveitando a grande visibilidade da marca da empresa nas camisas dos jogadores.

Atualmente, a empresa patrocina times como Joinville, Chapecoense, Criciúma e está em fase de negociações com mais uma equipe catarinense. "Nada dá mais visibilidade em uma cidade do que seu time de futebol. Em um município com 600 mil habitantes, como Joinville, conseguimos ficar conhecidos em pouco tempo", conta Cizeski.

Parceira com a CEF e imóveis acessíveis para todos

Uma das visões da Criciúma Construções é de se manter como a maior empresa regional em vendas e a melhor em opção de negócios aos clientes. A empresa aposta em ofertas diferenciadas e disponibiliza edifícios de alto padrão de qualidade a todas as classes sociais. Para quem pretende financiar apartamentos e casas pela construtora, terá agora uma opção com a Caixa Econômica Federal. A instituição bancária e a empresa firmaram parceria para a construção de três novos empreendimentos, num total de 15, a ser contratado até o primeiro semestre de 2012.

Rio Maina terá residencial Bazílio Borba

Nesta semana foram assinados os contratos do edifício residencial Bazílio Borba, com 64 unidades, localizado no Rio Maina; do condomínio residencial Jardim das Camélias, com 128 unidades, no Bairro Ana Maria, e do condomínio residencial Jardim dos Lírios, com 144 unidades, também localizado no Bairro Ana Maria.

De acordo com o gerente regional da Caixa Econômica Federal na área de Construção Civil, Altamir Durli, somente nestes contratos assinados serão disponibilizadas 336 unidades, com valores a serem comercializados acima de R$ 30 milhões.

Cizeski acrescenta ainda que a parceria vai possibilitar às famílias comprarem imóveis por meio do programa Minha Casa Minha Vida. "Essa parceria vai facilitar muito para os clientes. Na compra direta com a construtora, podemos financiar em até dez anos. Com o intermédio da CEF, o financiamento pode ser feito em até 30 anos", explica.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

RELAÇÃO DE TRABALHO / CORRETOR VERSUS IMOBILIÁRIO

Vinculo Empregatício (se existe ou não)

Atividade para não correr risco de ações trabalhistas.

Cooperativas:

Sociedade de Trabalho

RELAÇÃO DE TRABALHO / CORRETOR VERSUS IMOBILIÁRIO  

É empregado o corretor de imóveis que presta serviços pela empresa imobiliária, atuando na área de vendas de imóveis por ela comercializados, quando presentes os requisitos de pessoalidade, percepção de salários sob forma de comissões, não eventualidade dos serviços e subordinação, esta caracterizada pela obrigatoriedade de comparecimento a plantões e pelo exercício de atividades que beneficiam diretamente o tomador de serviços. . A inscrição do profissional no órgão da profissão não é suficiente para definir a natureza da relação jurídica e sim a realidade dos fatos, as circunstâncias em que essa relação se desenvolve, nos moldes da lei civil ou da lei trabalhista.

Não é autônomo e sim, empregado, corretor de imóveis de cuja inscrição no CRECI nem mesmo se tem notícia nos autos, e que exerce seus misteres mediante engajamento pessoal e remunerado em empresa imobiliária. Submetido o regulamento e exercendo atividade-fim do empreendimento econômico no ramo da comercialização de imóveis, tais elementos, aliados à pessoalidade e continuidade da prestação laboral, indicam a natureza trabalhista do liame entre as partes (arts. 2º, 3º, 442 e seguintes, da CLT). O corretor de imóveis que exerce sua atividade profissional livremente no âmbito da empresa contratante, sem subordinação jurídica, não é considerado empregado nos termos do artigo 3º da CLT. Recurso provido.

Dilui-se, de pronto, a relação de emprego se evidenciado o trabalho de corretagem de imóveis e títulos prestados pelo postulante a diversas empresas, concomitantemente, recebendo comissões, sob as vendas efetuadas sem qualquer controle de horário e, ainda quando fica patente a eventualidade da prestação, visto que em inúmeros meses nada recebeu.  

VINCULO EMPREGATÍCIO (SE EXISTE OU NÃO)

VÍNCULO DE EMPREGO: Demonstrado que o autor trabalhou como Corretor de Imóveis mediante parceria com empresa imobiliária, sem subordinação jurídica a essa, é de ser afastado o reconhecimento do liame de emprego com a reclamada, porquanto ausente, a teor do art. 3º da CLT, requisito essencial à sua caracterização. Laborando o obreiro como corretor de imóvel plantonista, junto à empresa cuja atividade-fim é a intermediação de imóveis, percebendo comissões pelas vendas efetivadas, ainda que a subordinação jurídica se revele tênue, e se refira mais àquela situação em que a pessoa coloca sua energia laborativa à disposição da empresa, inserindo-se em sua organização técnica e administrativa, é ele empregado, a teor do que disciplina o artigo 3º do diploma consolidado.
          VÍNCULO DE EMPREGO NÃO RECONHECIDO: Demonstrado pelo conjunto fático probatório constante nos autos a ausência da subordinação jurídica, tendo em vista a existência de comunhão dos lucros e dos prejuízos entre o corretor de imóveis e a imobiliária, típica de quem assume os riscos do empreendimento, sem que houvesse a vontade de ambos estabelecerem vínculo empregatício, não há como reconhecer a relação de emprego entre eles.

VÍNCULO: O reconhecimento de vínculo de emprego requer prova da existência dos três requisitos previstos no art. 3º da CLT, quais sejam, habitualidade, subordinação e salário. A falta de um destes é suficiente para desfigurar a relação de emprego. No caso presente, nenhum dos requisitos restou provado. Recurso conhecido, mas desprovido.

CORRETOR DE IMÓVEIS RELAÇÕES DE EMPREGO INEXISTÊNCIA: Face aos indícios da ausência de subordinação jurídica na prestação de serviços pelo Reclamante – em especial o seu afastamento das atividades por algumas semanas, a fim de trabalhar para outra empresa, de ramo diverso, sem sofrer qualquer punição – impõe-se confirmada a Sentença que lhe denegara o reconhecimento da relação de emprego.

O corretor de imóveis devidamente inscritos no CRECI, teria algum vínculo de natureza trabalhista com a empresa – imobiliária onde trabalha? Sim, a simples inscrição no CRECI não implica em extinção de obrigação decorrente de relação trabalhista. Corretor habilitado pode ter vínculo empregatício desde que preenchido os requisitos necessários à configuração da relação de emprego, tal seja - “Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário (art. 3º da CLT)”.

Existe relação empregatícia, recebendo ele comissão-corretagem, ou trata-se apenas de um trabalhador autônomo? O recebimento de comissão-corretagem não implica em extinção do vínculo empregatício. Entretanto, a relação empregatícia somente se dá quando houver:

 a) subordinação que decorre do poder do empregador de dirigir e controlar o cumprimento da prestação do empregado e penaliza-lo, quando em desacordo com as obrigações assumidas;

 b) trabalho eventual não diz respeito, como poderia parecer a primeira vista, à duração ou ao tempo despendido em favor do empregador, e sim a estar a atividade incluída ou não entre aquelas inerentes aos fins normais do empreendimento; salário, a relação empregatícia é por natureza onerosa, dela resultando obrigações recíprocas, mormente contraprestação representada pela percepção de salário em forma de comissões.


ATIVIDADE PARA NÃO CORRER RISCO DE AÇÕES TRABALHISTAS.

A inscrição do profissional no órgão da profissão não é suficiente para definir a natureza da relação jurídica e sim a realidade dos fatos, as circunstâncias em que essa relação se desenvolve, nos moldes da lei civil ou da lei trabalhista. Ai vai algumas perguntas e respostas referentes á essas atividades:
          Qual a forma mais segura para contratação de um corretor de imóvel para minha empresa?
A fim de evitar os dissabores de uma Reclamação Trabalhista a forma mais segura para a imobiliária é a contratação do corretor, mediante contrato de comissão com garantia mínima do piso salarial da categoria.

Qual tipo de contratos ou documentos que devem ser firmados entre corretor e imobiliária para a garantia de uma relação sem vínculo empregatício? Cumpre esclarecer que inexiste lei que prevê que o corretor não é empregado. A relação sem vinculo varia de caso a caso, e se prova por fatos, daí os entendimentos diversos entre vários Juizes, uns admitindo o vínculo e outros não. Entretanto (pode-se ocorrer a relação sem vínculo empregatício onde, por exemplo, fique configurado:

A) exista contrato (de prestação de serviços formal);

B) que o corretor em exercício seja autônomo devidamente inscrito no CRECI;

C) o próprio corretor recolha regularmente seu INPS;

D) (que o próprio corretor recolha ISS junto à municipalidade);

E) que o próprio corretor faça sua jornada de trabalho sem vínculo e interferência da imobiliária;

F) Fique caracterizado e contratado a possibilidade de participação de plantões de venda;

G) recebimento de comissões caso a caso em valores contratados expressamente;

H) não haja o caráter de exclusividade e pessoalidade com a imobiliária.

 Sendo assim, diferentemente do que está proposto no presente projeto de lei, é necessário que haja sim um contrato especifico a ser firmado entre o Corretor e a Imobiliária, e que o mesmo deva ser obrigatoriamente homologado pelo sindicato laboral, haja vista ser ele o único órgão paraestatal que detém competência funcional para tratar e fiscalizar a relação de trabalho entre os Corretores de Imóveis e as Imobiliárias. Portanto, não há o que se falar de vínculo empregatício ou não.

Saliente-se que isso não significa menos proteção ao corretor de imóveis empregado, muito pelo contrário. Caso sejam verificados os requisitos previstos no art. 3° da Consolidação das Leis do Trabalho — CLT, a relação de emprego estará configurada e, certamente, o sindicato não irá homologar o contrato, bem como será reconhecida sua nulidade pela Justiça do Trabalho.


COOPERATIVAS:

SOCIEDADE DE TRABALHO

CONTRATO DE TRABALHO. CORRETOR DE IMÓVEIS. ART. 3º DA CLT: A prova contida nos autos evidencia a existência dos pressupostos que o legislador considera para a definição do vínculo, sobretudo a subordinação jurídica. O pagamento através de RPA e o registro no Conselho não elidem, no caso, o contrato de trabalho. Aplicação do art. 9º da CLT. Trata-se de matéria de ordem pública. Corretor de imóveis pessoa física. Prestação de serviço a pessoa jurídica especializada em corretagem de imóveis. Inscrição de ambos no conselho da categoria. Lei 6530/78. Relação de emprego configurada. A inscrição do profissional no órgão da profissão não é suficiente para definir a natureza da relação jurídica e sim a realidade dos fatos, as circunstâncias em que essa relação se desenvolve, nos moldes da lei civil ou da lei trabalhista.

CORRETOR DE IMÓVEIS / VÍNCULO EMPREGATÍCIO EM SOCIEDADE: Não é autônomo e sim, empregado, corretor de imóveis de cuja inscrição no CRECI nem mesmo se tem notícia nos autos, e que exerce seus misteres mediante engajamento pessoal e remunerado em empresa imobiliária. Submetido o regulamento e exercendo atividade-fim do empreendimento econômico no ramo da comercialização de imóveis, tais elementos, aliados à pessoalidade e continuidade da prestação laboral, indicam a natureza trabalhista do liame entre as partes (arts. 2º, 3º, 442 e seguintes, da CLT).”
            Considerando por fim, a necessidade de salva guardar o interesse dos Corretores de Imóveis, bem como de regulamentar e disciplinar a adequada remuneração dos profissionais convocados para atuar na condição de Assistentes Técnicos ou Peritos Judiciais.

Fica convencionado que o Corretor de Imóveis que realizar a avaliação de um determinado bem de raiz, estará impedido de intermediar a venda do referido imóvel pelo prazo de seis meses, contados do término da prestação do serviço, exceto nos casos em que a parte contratante de seus serviços manifeste de forma expressa a preferência para que tal imóvel seja por ele comercializado.

Nos casos de vendas com transferência de financiamento os honorários serão devidos sobre o total da transação realizada.

Quando a transação imobiliária envolver mais de um corretor, os honorários serão pagos a todos os participantes, em partes iguais, salvo ajuste em contrário, firmado entre os interessados, por escrito.

Quando a transação envolver diversos imóveis, os honorários devidos pelos respectivos proprietários a quem estes contrataram, calculados sobre o valor de venda de cada um dos imóveis.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



Governo anuncia salário mínimo de R$ 622,73

21/11/2011 23h08min
O salário mínimo vigente, de R$ 545, será reajustado em 14,26% a partir de 1 de janeiro de 2012Redação

O Ministério do Planejamento enviou nesta segunda-feira à Comissão Mista de Orçamento uma revisão do valor do salário mínimo de 2012, que subiu de R$ 619,21 – previsto na proposta original enviada em agosto – para R$ 622,73. Essa diferença de R$ 3,52 se deve à revisão do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que subiu de 5,7% para 6,3%, que é o índice utilizado para a correção. O atual salário mínimo é de R$ 545 e será reajustado, no total, em 14,26%.

O salário mínimo de 2012 é calculado com base no INPC de 2011 e do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos anteriores, ou seja, de 2010, quando foi de 7,5%.

Os benefícios que ficam acima do salário mínimo também serão reajustados em 6,3%. As aposentadorias maiores que o salário mínimo são corrigidas apenas pelo INPC, sem levar em conta a variação do PIB.

A previsão do governo é de uma elevação nos gastos do INSS de R$ 7 bilhões. O gasto pula de R$ 313,9 bilhões para R$ 320,4 bilhões.

A diferença nos gastos com benefícios previdenciários e assistenciais terá que ser coberta pelo relator geral do Orçamento, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que tem uma reserva de R$ 12 bilhões para “tapar buracos” no Orçamento de 2012. Em seu relatório preliminar, Chinaglia já havia calculado que o INPC teria que subir para 6,2%.

De acordo com números do governo federal, que estão na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) sancionada recentemente pela presidente Dilma Rousseff, o aumento de R$ 1 no salário mínimo equivale a uma elevação de gastos de cerca de R$ 300 milhões. Deste modo, um aumento de R$ 77,73, conforme a proposta de orçamento enviada ao Congresso Nacional representa uma despesa extra de cerca de R$ 23 bilhões para o governo.

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