Da Redação
O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Crecisp) interditou um escritório que funcionava como imobiliária no Bairro Caiçara, em Praia Grande. O local não tinha alvará da Prefeitura, nem corretor responsável.
A ação ocorreu em continuidade à fiscalização feita na Cidade no dia 24 de abril. Conforme o presidente do Crecisp, José Augusto Viana Neto, durante a blitz uma moça que estava no local e se passava por corretora foi autuada pela quarta vez pelo exercício ilegal da profissão. Também não havia no estabelecimento nenhum corretor responsável.
“Para poder atuar no mercado, a pessoa tem de possuir formação para isso e ainda estar inscrita junto ao conselho”, destaca Viana Neto. “Era um escritório que funcionava com venda de imóveis sem ter um corretor responsável”.
A ação ocorreu em continuidade à fiscalização feita na Cidade no dia 24 de abril. Conforme o presidente do Crecisp, José Augusto Viana Neto, durante a blitz uma moça que estava no local e se passava por corretora foi autuada pela quarta vez pelo exercício ilegal da profissão. Também não havia no estabelecimento nenhum corretor responsável.
“Para poder atuar no mercado, a pessoa tem de possuir formação para isso e ainda estar inscrita junto ao conselho”, destaca Viana Neto. “Era um escritório que funcionava com venda de imóveis sem ter um corretor responsável”.
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| Estabelecimento no Bairro Caiçara ficará fechado até que seja regularizada a situação |
Segundo o presidente do Crecisp, para que a mulher fosse apenas funcionária do local, como alegou, deveria no momento da visita estar acompanhada de um corretor que pudesse responder pelas negociações que pudessem vir a ser realizadas. “Em nenhuma das visitas previamente realizadas por nossos agentes isto ocorreu, ficando clara a irregularidade”.
Outro problema verificado pelo conselho anteriormente foi a falta de alvará de funcionamento, notificado previamente à Prefeitura. De acordo com Viana Neto, devido a isso os agentes municipais interditaram o estabelecimento, que ficará lacrado até que seja regularizada a situação.
Outro problema verificado pelo conselho anteriormente foi a falta de alvará de funcionamento, notificado previamente à Prefeitura. De acordo com Viana Neto, devido a isso os agentes municipais interditaram o estabelecimento, que ficará lacrado até que seja regularizada a situação.

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