Dentro desta faixa de valor, destacam-se as unidades com aluguel de R$ 401 a R$ 600, que registraram participação de 20,15%. Em seguida, aparecem imóveis de R$ 801 a R$ 1.000, que representaram 13,47% do total de locações.
Valores Não foram registrados aluguéis de até R$ 200, enquanto os de R$ 1.601 a R$ 1.800 registraram a menor representatividade, de 3,29%, conforme a tabela abaixo:
Valor do aluguel
Percentual de contratos
até R$ 200
nulo
de R$ 201 a R$ 400
7,56%
de R$ 401 a R$ 600
20,15%
de R$ 601 a R$ 800
10,95%
de R$ 801 a R$ 1.000
13,47%
de R$ 1.001 a R$ 1.200
10,62%
de R$ 1.201 a R$ 1.400
5,48%
de R$ 1.401 a R$ 1.600
8,32%
de R$ 1.601 a R$ 1.800
3,29%
de R$ 1.801 a R$ 2.000
5,15%
acima de R$ 2.000
15,01%
Fonte: Creci-SP
Devoluções e inadimplência Ainda segundo a pesquisa realizada pelo Creci-SP, em abril, os descontos concedidos pelos proprietários sobre os valores inicialmente pedidos pelo aluguel de seus imóveis variaram de 5,16% na zona C (Aeroporto, Água Branca e Bosque da Saúde) a 9,71% na zona D (Água Rasa, Americanópolis e Aricanduva).
Na zona B (Aclimação, Alto da Lapa e Brooklin) desconto foi de até 5,50%, enquanto na zona A (Alto da Boa Vista, Alto de Pinheiros e Campo Belo) foi de até 6,50%. Já na zona E (Brasilândia, Campo Limpo, Cangaíba) o desconto foi de até 7,00%.
O levantamento aponta ainda que 55,05%% dos imóveis alugados em abril foram devolvidos às imobiliárias.
Quanto à inadimplência, ela passou de 4,23% dos novos contratos em março, para 3,76% em abril. Uma queda, portanto, de 11,11%.
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