Em
valores correntes, PIB alcançou R$ 1,2 trilhão no segundo trimestre.
Destaque foi para a agropecuária, com crescimento de 3,9%.
A economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste
ano, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta
sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o PIB em valores correntes alcançou
R$ 1,2 trilhão no segundo trimestre. É o melhor resultado neste tipo de
comparação desde primeiro trimestre de 2010, quando a alta foi 2%.
O
destaque foi para agropecuária, com crescimento de 3,9%, seguida por indústria,
com alta de 2%, e serviços, com alta 0,8%.
Na comparação com o segundo trimestre de 2012, o PIB cresceu 3,3%. Nesse caso, a alta na agropecuária foi de 13%, seguida por indústria, com aumento de 2,8%, e serviços, com alta de 2,4%, diz o IBGE.
Na comparação com o segundo trimestre de 2012, o PIB cresceu 3,3%. Nesse caso, a alta na agropecuária foi de 13%, seguida por indústria, com aumento de 2,8%, e serviços, com alta de 2,4%, diz o IBGE.
No
primeiro semestre do ano, a expansão foi de 2,6% em relação a igual período de
2012. No acumulado em 12 meses, o crescimento foi de 1,9% em relação aos 12
meses imediatamente anteriores.
Subsetores
No segundo trimestre na comparação com o primeiro, todos os subsetores que formam a indústria apresentaram resultados positivos, com destaque para o desempenho da construção civil, que cresceu 3,8%.
Subsetores
No segundo trimestre na comparação com o primeiro, todos os subsetores que formam a indústria apresentaram resultados positivos, com destaque para o desempenho da construção civil, que cresceu 3,8%.
A
indústria de transformação apresentou crescimento de 1,7%, seguida pela
extrativa mineral (1%) e por eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana
(0,8%).
Dentro
de serviços, o subsetor comércio é destaque, com alta de 1,7%. Demais
atividades também cresceram no péríodo: intermediação financeira e seguros
(1,1%), transporte, armazenagem e correio (1,0%), serviços de informação
(0,9%), outros serviços (0,7%) e atividades imobiliárias e aluguel (0,7%). O
subsetor de administração, saúde e educação pública manteve-se praticamente
estável, com variação positiva de 0,1%.
A despesa de consumo das famílias e a despesa de consumo da administração pública apresentaram crescimento de 0,3% e 0,5%, respectivamente, no período.
O investimento, denominado no PIB como formação bruta de capital fixo, teve alta de 3,6%.
Com relação ao setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 6,9% e as importações aumentaram em menor ritmo: 0,6%.
A despesa de consumo das famílias e a despesa de consumo da administração pública apresentaram crescimento de 0,3% e 0,5%, respectivamente, no período.
O investimento, denominado no PIB como formação bruta de capital fixo, teve alta de 3,6%.
Com relação ao setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 6,9% e as importações aumentaram em menor ritmo: 0,6%.
Resultado
supera 'prévia'
O resultado do PIB veio bastante acima do previsto por meio do indicador conhecido como "prévia do PIB", do Banco Central. A instituição havia divulgado, no último dia 15, que a atividade econômica do país tinha subido 0,89% na comparação com os três meses anteriores. O resultado, porém, é do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador que não é o oficial do PIB e foi criado para tentar ser um "antecedente" do resultado.
Ministro
da Fazenda
Na noite de quinta-feira (29), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a nuvem cinza colocada sobre o país começa a se dissipar por conta da retomada do crescimento e da redução da inflação.
“A
redução da inflação, a retomada do crescimento, tudo isso começa a dissipar
essa nuvem cinza que foi colocada sobre o nosso país. Temos de trabalhar para
que a confiança aumente cada vez mais e seguir nessa trajetória rumo ao
crescimento sustentável”, disse, durante participação de evento da revista
"IstoÉ Dinheiro", em São Paulo.
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