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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Vendas de imóveis voltam a crescer em agosto em SP

publicado em 19/10/2011 às 11h15:
Imobiliárias negociaram 928 unidades. Capital foi a maior responsável pela alta, diz Creci

As vendas dos imóveis usados voltaram a crescer em julho, após dois meses de queda em maio e junho. Uma pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) mostrou que os negócios com casas e apartamentos usados aumentou 13,5%.

As 1.478 imobiliárias de 37 cidades do Estado consultadas pelo Creci-SP comercializaram 928 imóveis, sendo 487 apartamentos e 441 casas. Só na cidade de São Paulo, as vendas subiram 85,76% na comparação com junho.

No interior, elas aumentaram 17,9%, mas recuaram no litoral (-15%) e nas cidades do Grande ABC, Guarulhos e Osasco (-25,9%).

Os imóveis mais vendidos na capital foram os com preço acima R$ 200 mil, que representaram mais de 3 em cada 4 (76,28%) do total. Os de até R$ 160 mil predominaram nas demais regiões. Os financiamentos responderam praticamente metade de todos os negócios.

A pesquisa encontrou em Bertioga o maior valor de metro quadrado de imóvel usado do Estado em julho - R$ 6.000 por apartamentos de dois dormitórios em bairros centrais da cidade.

Já o menor preço de metro quadrado foi registrado em Itu: R$ 500 por apartamento de três dormitórios em bairros de regiões afastadas.

Aluguéis

Os preços dos imóveis usados e do aluguel residencial deram um salto em julho no Estado de São Paulo.

A variação média foi 36,4% em relação a junho, maior percentual desde setembro do ano passado. A locação de imóveis residenciais cresceu 26%. Foram fechados 3.057 contratos de aluguel.

Os aluguéis de até R$ 800 predominaram em três das quatro regiões. As casas foram mais alugadas (1.659) do que os apartamentos (1.398), e o fiador continuou sendo a forma preferencial de se dar garantia ao dono do imóvel em caso de inadimplência do inquilino.

A pesquisa mostrou que ele esteve presente em 82,1% dos contratos formalizados no interior, em 50% dos contratos do litoral, em 48,3% na capital e em 44,5% nas cidades do Grande ABC, Guarulhos e Osasco.

O maior valor de aluguel foi de R$ 12 mil por apartamentos de 4 dormitórios na região central de Bertioga. O menor valor de um aluguel - R$ 150 - foi o de casa de um dormitório em bairros periféricos de Araraquara



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